Câmeras são as novas aliadas da Operação Lei Seca

Filmagens auxiliam o trabalho dos agentes e dão transparência às ações
 

A Operação Lei Seca conta com a tecnologia como aliada para dar mais transparência às abordagens. Cerca de 50 câmeras, distribuídas por nove equipes, filmam todas as ações realizadas durante as blitzes. As imagens geradas são monitoradas, em tempo real, por uma Central 24 horas que funciona no prédio Anexo do Palácio Guanabara. As câmeras de pequeno porte ficam acopladas ao colete dos policiais e uma outra, um pouco maior, monitora toda a movimentação na tenda, onde os documentos do motorista abordado são checados e onde é realizado o teste com o bafômetro. As câmeras captam o áudio interno e externo da tenda.

– Caso exista alguma divergência, as imagens são devidamente analisadas – disse o coordenador da Operação Lei Seca, tenente-coronel Marco Andrade.

Central
Todas as câmeras possuem um chip 4G e um mapa de localização, que permite que as imagens sejam monitoradas, não somente pela Central de Monitoramento, mas pelo coordenador da Operação, através de site na internet. As câmeras são resistentes à água, à queda e também são blindadas.

 

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