Cirque Du Solei estreia no Parque Olímpico, na Barra, RJ, dia 28 de dezembro

O espetáculo AMALUNA enaltece a força e o empoderamento da mulher
 

 

Por Graça Paes, RJ

 

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Na noite de quarta-feira, dia 27 de dezembro, foi realizada uma sessão para convidados do Cirque Du Soleil, no Parque Olímpico na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Após quatro anos, o Cirque du Soleil está de volta ao Brasil com uma nova superprodução, AMALUÑA.  

 

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O espetáculo, que enaltece a força e o empoderamento das mulheres, estreia para o público na quinta-feira, dia 28 de dezembro. A temporada segue até o dia 21 de janeiro. O local possui estacionamento. E, os ingressos podem ser comprados pelo site:  www.tudus.com.br

 

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No hall de entrada do Cirque Du Soleil o público poderá adquirir diversos souvenirs e também posar para fotos em cenários criados para este fim.

 

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A apresentação é belíssima, os artistas são sensacionais, os números apresentados maravilhosos, mas comparado as demais produções do Cirque Du Soleil,  que  já estiveram  no Brasil, a minha nota para Amaluña é 8, 5.

 

 

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AMALUÑA

AMALUÑA leva o público a uma misteriosa ilha governada por Deusas e guiada pelos ciclos da lua.  Para marcar a passagem de sua filha Miranda à idade adulta, a rainha Prospera comanda uma cerimônia que homenageia a feminilidade, a renovação, o renascimento e o equilíbrio, e marca a passagem dessas ideias e valores de uma geração a outra. E, após uma   tempestade   causada   por   prospera, um   grupo   de   jovens   aporta   na   ilha, desencadeando uma história épica e emocional de amor entre a filha de Prospera e um bravo jovem. Mas o amor deles será posto à prova. E, o casal passa a enfrentar inúmeras provações.

 

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Também habitam o mundo de AMALUÑA uma legião de incontroláveis personagens meio-humanos, meio-animais, livremente inspirados no universo shakespeariano de A Tempestade. Lagartos, pavões e fadas povoam o mesmo espaço.

 

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O nome AMALUÑA é uma fusão das palavras ama, que se refere a “mãe” em muitas línguas, e luna, que significa “lua”; um símbolo de feminilidade que evoca tanto a relação mãe-filha quanto a ideia de deusa e protetora do planeta. É também o nome da misteriosa ilha, que é o cenário, onde esta história mágica se desenrola.

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Desde sua estreia em Montreal,  em 2012, o espetáculo já passou por 30 cidades, 10 países, e foi visto por mais de 4 milhões de espectadores.

 

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UM TRIBUTO AO TRABALHO E À VOZ DAS MULHERES

Pela primeira vez na história do Cirque du Soleil, um espetáculo apresenta um elenco majoritariamente feminino, com uma banda inteiramente composta por mulheres. “AMALUNA é um tributo ao trabalho e à voz das mulheres”, explica o Diretor de Criação Fernand Rainville.

 

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“O espetáculo é uma reflexão sobre o equilíbrio do ponto de vista das mulheres”, acrescenta a diretora Diane Paulus, vencedora do Tony Awards 2013 (Pippin) e eleita uma das 100 Pessoas Mais Influentes de 2014 pela revista Time, diz: “Eu não queria construir um espetáculo que fosse uma ‘agenda para mulheres’. Queria criar um show em que as mulheres fossem o centro, algo que tivesse uma história escondida que apresentasse as mulheres como heroínas”.  Ela foi buscar  nas  referências  clássicas  a  inspiração  para  criar  o  conceito  do  espetáculo, desde histórias das mitologias grega e nórdica até A Flauta Mágica, de Mozart, e A Tempestade, de Shakespeare.

 

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PRINCIPAIS NÚMEROS

 

Unicycle

Duas artistas com uma imensa saia de aros dourados entram em cena montadas sobre monociclos. Como o vento, vão cruzando o caminho uma da outra enquanto fazem surpreendentes piruetas, dançam e emocionam o público.

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Aerial Straps

A artista voa por sobre a plateia em tecidos aéreos presos ao topo da tenda. Essa espetacular demonstração de vôo em quatro dimensões requer extrema precisão de tempo, além de habilidade e força física necessárias para se mover em alta velocidade num raio de 360 graus.

 

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Peacock Dance

Romeo se aventura pela Floresta Encantada, onde testemunha a Peacock Goddess – em seu deslumbrante vestido branco – executar uma dança encantadora que representa a pureza do amor.

 

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Clown Act

O servo de Romeo, Papulya, chega com os rapazes e logo se apaixona por Maïnha, a babá de infância de Miranda. O sentimento é recíproco, e em pouco tempo eles começarão a formar uma família.

 

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Cerceau and Waterbowl

A Moon Goddess aparece a Miranda montada em um aro e lhe concede sua bênção com uma canção melancólica. Sob o olhar atento de Romeo, Miranda brinca na gigantesca taça de água.

 

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Ela gradualmente toma consciência de seu corpo e expressa sua sexualidade enquanto executa um exercício de equilíbrio com bastões, antes de novamente mergulhar na taça e nadar sinuosamente.

 

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Ele se junta a ela na água, onde eles brincam inocentemente e tentam se beijar pela primeira vez.

 

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Uneven Bars

Os meninos capturados ajudam as Amazonas, a feroz força feminina da ilha, a apresentar uma versão teatral e acelerada da tradicional ginástica clássica.

 

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Um sinistro grupo de dançarinas vestidas em preto e prata realiza uma coreografia inspirada em uma dança ritual indonésia, evocando a impressionante imagem de uma mulher com mil braços. A Peacock Goddess reaparece em um disfarce funesto e faz Miranda refém, enquanto uma floresta de bastões, imagem inspirada na tradição do circo vietnamita  surge em cena para formar o portal para o mundo de trevas que Romeo deverá atravessar.

 

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Galeria de fotos:

 

Fotos de Graça Paes/Zapp News

 

 

 

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