Estreia na terça, dia 16, “Sexo e as Negas”, de Miguel Falabella

Sobre a atuação de preconceito racial em série a emissora alegou erro de interpretação
 

Na tarde de segunda-feira (15/9), a Rede Globo recebeu uma autuação Secretaria Especial da Promoção da Igualdade Racial (Seppir) por conta da série “Sexo e as Negas”, de Miguel Falabella, que estreia na terça-feira (16/9). O programa foi acusado de preconceito racial.

 
 

Crédito:Divulgação
A Comunicação da Globo enviou um comunicado confirmando o recebimento do ofício e diz que vai avaliar a situação. “Certamente há algum equívoco de interpretação do conteúdo do seriado. Temos certeza de que essas dúvidas serão dirimidas ao se conhecer o programa. Cabe ressaltar que o nosso documento de Princípios e Valores prevê o respeito à diversidade e a repulsa ao preconceito, o que é praticado em toda a nossa programação”.
 
 

De acordo com o site UOL, a Seppir recebeu 17 acusações de racismo por conta da série. A assessoria do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro  (MPF-RJ) revela ter recebido apenas uma queixa contra o programa.

 
 
 
Entenda o caso
Inspirada na série americana “Sex and City”, a atração da Globo sofre uma campanha de boicote antes mesmo da estreia. Na última semana, diversas organizações se manifestaram contra o seriado. Na quarta (10/9), o Seppir autuou a emissora e solicitou mais informações sobre o conteúdo do programa após as acusações.
 
 
 
Miguel Falabella, autor da série, usou as redes sociais para rebater as críticas. ‘Sexo e as Negas’ não tem nada de preconceito. Fala da luta de quatro mulheres que sonham, que buscam um amor ideal”, esclareceu.
 
 
 
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