Criminosos cibernéticos se especializam em crimes contra parlamentares

Sandro Süffert analisa ações realizadas contra deputados e senadores, que efetuaram denúncias à Polícia Federal.
 


 

Apesar de investir em treinamentos e equipamentos que possam evitar ataques de phishing e outras fraudes eletrônicas, cada vez são mais bem sucedidas as tentativas de adquirir informações sigilosas de usuários na internet, por meio de páginas falsas da web. Este tipo de ação teve um aumento de 59% em todo o mundo, se comparado aos dados de 2011, ocasionando um prejuízo de mais de R$ 1,5 bilhão para economia mundial. O levantamento, realizado pela RSA, aponta ainda que o Brasil é o terceiro país que possui maior número de empresas atacadas, ao lado de Austrália, Índia e Canadá.

 

 

Além dos famosos ataques realizados às pessoas físicas ou organizações, recentemente os congressistas brasileiros tornaram-se o novo foco de hackers. As ações criminosas possuem como alvo principal a conta-salário e a verba de gabinete de deputados e senadores, somando um prejuízo já conhecido de R$ 70 mil, de acordo com as denúncias. Para o sócio fundador e diretor de tecnologia da Apura, Sandro Süffert, os autores deste tipo de estelionato se apoiam em uma técnica chamada “engenharia social”, explorando a confiança das pessoas como ferramenta para obter acesso às informações importantes ou sigilosas pessoais, das organizações ou de sistemas informatizados.

 

 

Uma das maneiras de conseguir detectar, compreender e corrigir ameaças é investir em soluções de segurança cibernética que fornecem visibilidade com perspectivas diferentes, como é o caso do CIRT (Inteligência Cibernética & Tecnologia de Resposta). Desenvolvido pela AccessData e trazido ao Brasil pela Apura, o software é o primeiro a integrar informações forenses da rede, de servidores e workstations, além da auditoria de dados em larga escala, gerando relatórios em uma única interface.

 

 

O grande diferencial deste tipo de abordagem é a capacidade de identificar o modus operandi dos fraudadores, e facilitar a identificação, o que possibilita a formação de provas para uso administrativo ou judicial. A novidade ainda facilita o monitoramento contínuo, permitindo de forma proativa e reativa a identificação, análise e correção de incidentes de segurança, sejam invasões, vazamentos de dados ou ameaças avançadas e contínuas. Também possui a capacidade de analisar e correlacionar dados estatísticos e variáveis dos servidores e o tráfego de rede, obtendo resposta a incidentes e oferecendo capacidade de investigação e remediação remota múltipla e segura.

 

 

 

“A especialização de alguns criminosos cibernéticos com foco em parlamentares pode ser explicada devido à alta renda dos alvos e o fácil acesso dos dados de contato, como telefones e e-mails. Além disso, recentemente também ocorreu a publicação não autorizada de informações pessoais de centenas de políticos brasileiros, o que pode ter facilitado ainda mais o contato dos perpetradores da fraude com estas vítimas”, finaliza o sócio fundador e diretor de tecnologia da Apura, Sandro Süffert.

 

 Mais informações em www.apura.com.br

 

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