Crítica do filme: Jurassic World: Reino Ameaçado

Ação e suspense na telona
 

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

 

 

 

Com direção de Juan Antonio Bayona e trilha sonora de Michael Giacchino Jurassic World: Reino Ameaçado nos mostra que Owen e Claire retornam à ilha Nublar para salvar os dinossauros, que restam no local, de um vulcão que está prestes a entrar em erupção. Nesta missão, eles encontram novas e aterrorizantes raças de dinossauros gigantes ao descobrir uma conspiração que ameaça todo o planeta.

 

 

 

Nesta longa,  vamos observar uma tentativa de militarização dos dinossauros e experiências genéticas com o objetivo de criar um animal perfeito.

 

Owen Grady (Chris Pratt), o treinador amigo dos velocirraptores, e Claire Dearing (Bryce Dallas Howard), ex-gerente de operações do parque destruído,  novamente vivem as aventuras de um casal em meio aos caos que se torna missão.

 

 

Só que o que o casal nem imagina é que o verdadeiro plano de Eli Mills (Rafe Spall), braço direito do moribundo ricaço Benjamin Lockwood (James Cromwell), cocriador do primeiro parque temático, leva o casal para a ilha, mas com outra intenção. Na verdade, ele quer remover os animais da ilha Nublar para transportá-los para outro local com intuito de vendê-los para compradores internacionais, entre eles, traficantes, criminosos e até empresários que vislumbram explorar a espécie em circos.

 

 

 

Para quem curte a temática, o filme atende essa necessidade, mas não espere que esta sequência te surpreenda.  Mesmo com uma boa fotografia, excelente maquiagem e efeitos especiais magníficos, a trama não tem nada de mirabolante. O roteiro poderia ter sido melhor explorado, já que os diálogos não são tão atraentes. Mas, vale a pena ir ao cinema e assistir o longa que já está em cartaz.

 

 

 

A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.7.

 

 

0 comentários

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.