Crítica do filme: “Sicario: dia do soldado”

Quando a vida te deixa entre uma encruzilhada moral e as suas escolhas
 
Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)
 
 
 
 
Com direção de Stefano Sollima, roteiro de Taylor Sheridan, fotografia de Dariusz Wolski e a magnífica e impactante trilha sonora de Hildur Guðnadóttir, o longa “Sicario: dia do soldado” estreia dia 28 de junho nos cinemas.  O filme tem a missão de dar continuidade ao aclamado longa: Sicario: terra de ninguém, de Denis Villeneuve, que nesta sequência está como produtor. 
 
 
 
 
 
 
Em “Sicario: dia do soldado” Depois de descobrir que os cartéis do tráfico estão “contrabandeando” terroristas para dentro dos Estados Unidos, a CIA  envia Matt Graver (Josh Brolin) e o ex-agente infiltrado Alejandro Gillick (Benicio del Toro) para eliminar o problema. Nesta missão, Alejandro Gillick e Matt Graver trabalham juntos e no decorrer desta tarefa eles se envolvem numa ação que envolve a filha de um dos chefão do tráfico de drogas, Isabelle. A partir daí, Alejandro acaba se vendo em uma encruzilhada moral e suas escolhas podem vir a desencadear uma sangrenta guerra de cartéis.
 
 
A longa retrata de forma clara como se alistam pessoas para os cartéis, e como a vida de um rapaz pode mudar ao ele se tornar um “soldado do tráfico”, um sicário. 
 
 
 
 
É um longa bem impactante que aborda temas atuais e de grande relevância. O filme leva a muitas reflexões, entre elas, aliciação, poder, vícios, amizade, família, de forma bem reflexiva e inteligente. Os pontos altos são a trilha sonora, a fotografia e as atuações de Benício Del Toro, Josh Brolin e Isabela Moner.  Além de ter um bom roteiro com excelentes diálogos, mas sem apontar grandes destaques. 
 
 
 
 
O filme deixa um gancho que poderá ser o ponto de partida para uma possível trilogia. 
 
 
 
A Agência Zapp News já conferiu é nossa nota foi 8,7. 
 
 
 

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