Crítica: “O Destino De Uma Nação”

Um bom filme, com uma excelente atuação de Gary Oldman
 

 

Por Graça Paes, RJ 

 

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Estreia quinta-feira, dia 11 de janeiro, nos cinemas, o longa que rendeu a Gary Oldman um Globo de Ouro. É uma cinebiografia,  ou seja, um gênero sempre esperado pelo público e mais ainda por quem curte história. O filme retrata Winston Churchill (Gary Oldman), que nasceu em 1874 e morreu em 1965. Foi uma figura histórica importantíssima para Grã-Bretanha, assim como também foi Margareth Tatcher.

 

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“O Destino de Uma Nação” é dirigido por Joe Wright e aborda um dos desafios mais complicados que Churchill teve que enfrentar quando foi eleito Primeiro Ministro, em 1940, época em que o exército britânico se encontrava encurralado pelos nazistas nas praias de Dunkirk, na França, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

 

 

O filme possui é bem dirigido, tem um bom elenco, uma excelente fotografia, cenários belíssimos, fez bom uso da figuração nas cenas, uma montagem espetacular e uma maquiagem impecável. Mas, como pode ocorrer com cinebiografias, ele é monótono. Um pouco mais de ritmo teria feito toda a diferença neste brilhante trabalho, que em parte da exibição pode te levar aos cochilos. Mas, tome um bom café e vá ao cinema. Vale a pena assistir, sim, pois é indiscutível a atuação e a composição cênica de Gary Oldman, vencedor do Globo de Ouro como Melhor Ator em Filme Drama por dar vida a Churchill e está atuação vale a pena ser vista e aplaudida de pé.

 

 

 

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