Crítica: O Rei do Show

O longa estreia dia 25 de dezembro e tem uma fotografia brilhante e excelentes números musicais
 

Por Graça Paes, RJ

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Que filme fofo!!! É daqueles para assistir com a família toda. Aquele filme que tem uma trilha sonora que ficará na sua cabeça e irá ser lembrada por dias a fio. Mas, como é ver o mesmo astro que ficou marcado, na mente, como o Wolverine, um dos personagens da Marvel Comics, num musical como o Rei do Show? Vá ao cinema. O longa estreia dia 25 de dezembro, e se prepare, porque a fotografia é brilhante e os números musicais são belíssimos. 

 

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O longa aborda a origem humilde de P.T. Barnum. Mostra parte de sua infância, quando ele sonhava com um mundo mágico, como ele desbravou barreiras sociais, ao se casar com sua amiga de infância e seu primeiro amor,  nada mais, nada menos, que a filha do patrão de seu pai. E, com esta mulher e filhas, ele iniciou uma trajetória brilhante, repleta de altos e baixos.

 

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Bom, vamos explicar de onde surgiu o roteiro deste filme, com canções e números tão marcantes,  ‘O Rei do Show’. O longa é baseado na vida de P.T. Barnum. Ele foi um verdadeiro “showman” e o apresentador responsável pela criação do circo Barnum and Bailey’s, que anos depois foi comprado pelos Ringling Brothers e passou a ser chamado de “o maior espetáculo da Terra”. No longa, P.T. Barnum, é divinamente e maravilhosamente interpretado por Hugh Jackman, nosso amado, lendário e eterno Wolverine.

 

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No elenco, ainda tem Zendaya e Efron que vivem integrantes do circo e Michelle Williams que faz a esposa de Barnum, em mais um personagem dramático. Aliás, entre os maravilhosos atores, todos marcantes e magnifícos, neste elenco, uma ressalva para Efron, ele está brilhante.

 

 

 

 

Mas quem foi P.T. Barnum? Ao longo dos anos,  ele ganhou diversos apelidos, entre eles, “pai do pop”, “príncipe da falcatrua” e “avô da publicidade”. Amado por uns, odiado por outros, P.T. Barnum, pode-se dizer assim, foi uma lenda. Antes mesmo do termo, multimídia, existir podemos arriscar a dizer que ele foi um empresário desta natureza. Teve raça, garra e chocou, entreteu, e até mesmo enganou o público por boa parte do século 19.

 

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Phineas Taylor Barnum nasceu em 1810 no interior de Connecticut. E, aos 25 anos foi tentar a vida em Nova York. Em sua busca pelo mundo dos sonhos, ele viajou com aberrações, como chamavam os que fugiam do padrão da normalidade, naquela época. E viveu assim até 1841, quando então abriu um museu de curiosidades em Nova York.  Ao assistir o filme você terá uma noção do que era todo esse cenário de magia e sonho.

 

 

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P.T. Barnum também ficou com o título de criador do circo moderno. No ano de 1867, ele montou sob uma tenda, com um show itinerante, o show chamado de “O Maior Espetáculo da Terra”, que sobrevive até hoje no “Ringling Bros. and Barnum & Bailey Circus”. No final da vida, Barnum foi prefeito de Bridgeport, Connecticut. E, assim permaneceu até morrer, em 1891.

 

A Agência Zapp News conferiu e deu nota 10. 

 

 

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