Detro aperfeiçoa fiscalização no Estado do Rio

Monitoramento do transporte intermunicipal tem ajuda da população
 

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Para garantir eficiência na fiscalização do transporte rodoviário intermunicipal, o Detro (Departamento de Transportes Rodoviários do Estado) tem investido em tecnologia. A autarquia inaugurou, no ano passado, um centro de monitoramento que mapeia em tempo real as vans regulares. Soma-se à ferramenta tecnológica, o uso de tablets para agilizar a aplicação de multas. A contribuição da população como fiscal dos serviços prestados é outro reforço importante: o Detro ampliou os canais de comunicação, por meio de sua Ouvidoria e aplicativos como o WhatsApp Fale Detro e o Fiscal de Bolso.

 

 

– A demanda do usuário é um aspecto fundamental para que possamos realizar nosso trabalho. Porque ele, mais do que ninguém, pode apontar as falhas encontradas e os problemas enfrentados. É o cidadão que, por meio das ferramentas tecnológicas, consegue quase que instantaneamente nos informar sobre as irregularidades que estão ocorrendo –  explicou o coordenador de fiscalização e fretamento do Detro, major Ricardo Neto. 
 

 

 

Serviço de Inteligência e monitoramento – No Serviço de Inteligência e Monitoramento do Detro, por meio da tecnologia de Vídeo Wall (conjunto de monitores que formam uma grande tela), agentes mapeiem em tempo real (por GPS) as linhas de vans intermunicipais que circulam no estado. O setor também garante a integração de dados que geram relatórios sobre os serviços de ônibus e vans intermunicipais, que auxiliam na tomada de decisão. Pelo sistema é possível verificar se o veículo saiu do itinerário (desvio de rota) ou está atrasado.

 

 

Tablets – Os agentes utilizam tablets para agilizar a emissão de autos de infração. Os microcomputadores portáteis também são usados para que os fiscais acessem os cadastros dos motoristas e dos veículos no sistema do Detran-RJ e da Secretaria Municipal de Transportes.

 

 

Ouvidoria – A Ouvidoria é um dos canais de comunicação disponíveis para que a população faça denúncias e elogios. O setor recebe reclamações e sugestões via telefone (3883-4141), e-mail (ouvidoria@detro.rj.gov.br) e site (www.detro.rj.gov.br), ou pelo modo presencial, no prédio do Detro, na Rua Uruguaiana. Em 2015, o serviço recebeu 8.807 reclamações, número 45,4% superior às 6.055 denúncias cadastradas no mesmo período em 2014. Desde 1º de janeiro, a Ouvidoria já cadastrou mais de 1,3 mil denúncias.

 

 

Aplicativos para celular – Pelo WhatsApp Fale Detro o usuário também pode denunciar irregularidades no transporte intermunicipal, bastando adicionar o número (21) 98596-8545 ao aparelho de celular. Desde seu lançamento em julho do ano passado, o WhatsApp Fale Detro recebeu cerca de 12 mil mensagens. A população também pode optar pelo aplicativo Fiscal de Bolso, com o qual é possível informar o número de registro do veículo, tipo de reclamação e comentários. O aplicativo permite o envio de imagens e já foi instalado por 3,6 mil pessoas e já conta com mais de 2 mil registros.

 

 

Serviço móvel – Lançada em março do ano passado, a Ouvidoria Itinerante colhe in loco as demandas da população, encaminhando-as de imediato à fiscalização. O atendimento já ocorreu em 45 municípios, gerando, em todas as suas edições, 798 multas, 260 apreensões e aproximadamente 1,5 mil reclamações registradas.

 

 

Operações nas ruas – A decisão de reunir os fiscais para a realização de blitzes em pontos determinados acontece na Coordenação de Fiscalização do Transporte Irregular e Fretamento. Todas as informações geradas com o apoio do Serviço de Inteligência e Monitoramento, assim como as denúncias repassadas pela Ouvidoria com base nas ligações telefônicas, e-mails, aplicativos de celular e pelo modo presencial são fundamentais para que a equipe defina os locais de fiscalização.

 

 

Ações para coibir o transporte pirata – Além da verificação do transporte urbano e rodoviário intermunicipal regular, o Detro realiza operações com foco no transporte irregular (táxis, carros particulares, ônibus e vans sem autorização), com o intuito de coibir aqueles que não estão legalizados, ou que não seguem as exigências básicas de segurança para o transporte de passageiros.

 

 

 

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