Festival de alimentação orgânica

Alimentação orgânica
 

O Polo Leblon promove entre os dias 24 de julho e 9 de agosto, o Estação Bem Viver, um projeto que tem como objetivo destacar a importância da alimentação orgânica e vegana na qualidade de vida e bem estar das pessoas. O festival terá bate-papos com especialistas e cheffs, além de uma feirinha de produtos orgânicos, nas praças Cláudio Coutinho e na Ministro Romero Neto, no dia 8 de agosto.

Os restaurantes, bares, botecos, livrarias e cafés, pertencentes ao Polo, mesmo não sendo especializados nesta modalidade de gastronomia, exceto de dois deles, aceitaram o desafio de desenvolver uma receita de comida orgânica – produzida com produtos cultivados sem uso de agrotóxicos, pesticidas ou adubagem industrial – ou vegana – feita sem o uso de produtos de origem animal.

Dentre os pratos que estão participando do festival, temos: o Nhoque de Batata vegano e o brownie de maçã orgânico, do Bar Boemia; o Arroz com palmito pupunha, rico em vitamina A e de baixa caloria, da Academia da Cachaça; e o Waffle Vegan preparado com leite de soja e recheado com banana e mel, do Zaffiro.

Para aqueles que não abrem mão de um reduto oficial, é bom dizer que o Polo Leblon conta com dois restaurantes vegetarianos que desenvolveram pratos novos para o Bem Viver. O Universo Orgânico, preparou a Lasanha viva de abobrinha e berinjela e o Vegetariano Social Clube, o espaguete de quinua, cenoura e limão.

A série de bate-papos acontecerá na primeira semana de agosto. Começa no dia 02, às 12h, com cheff e consultoria Tiana Rodrigues, tratando sobre vegetarianismo e crudivorismo (alimento vivo), no Universo Orgânico. Já no dia 03, às 19h, na Livraria DaConde, o médico Eduardo Macedo vai falar sobre a comida orgânica e a saúde. E no dia 4, é a vez da Pagé Niara do Sol falar sobre cura nativa nas tribos Fulni-ô e Cariri-Xocó, seguida de vivência, às 16h, na Livraria DaConde. O valor da entrada é um quilo de alimento não perecível, que será destinado ao Instituto Tamoio de apoio às culturas indígenas.

Coordenado pela Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico Solidário, da Prefeitura do Rio, tem como meta o aprimoramento dos negócios associados, o desenvolvimento socioeconômico e a dinamização da economia local. Para o cumprimento de sua missão, o Polo conta, ainda, com o apoio do Sebrae-RJ, Sindicato de Bares, Hotéis e Restaurantes (SindRio) e Associação Comercial do Estado do Rio de Janeiro (ACRJ).

 

Fonte: Prefeitura do Rio

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