Inaugurada mostra sobre Av. Marechal Floriano

Mostra sobre atual Av. Marechal Floriano será inaugurada na quarta-feira
 

No dia 15 de julho, o Centro Cultural Justiça Federal inaugura a exposição “Rua Larga”, que mostra o espírito arquitetônico e a paisagem humana da região formada pela atual Av. Marechal Floriano – antes chamada Rua Larga – e seu entorno, na visão de cinco fotógrafos consagrados: Custódio Coimbra, Henrique Pontual, Mabel Feres, Rogério Reis e Walter Firmo.  O público poderá conferir a exposição nos dias 16 de julho a 23 de agosto, das 12 às 19h. A mostra tem entrada franca e ocupará duas salas do primeiro andar do prédio. Cerca de 30 painéis, além da projeção de imagens fotográficas, revelam em ângulos surpreendentes os diferentes estilos dos cinco fotógrafos.
A exposição “Rua Larga” e um livro com o mesmo nome integram um projeto cultural patrocinado pela Light e pela Secretaria Estadual de Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura. O objetivo do livro e da exposição é despertar a atenção do público para essa região do centro da cidade, mostrando o estado em que se encontra a Grande Rua Larga e refletindo sobre as possibilidades de sua recuperação.
O livro “Rua Larga” será lançado no dia 21 de julho, em coquetel no Palácio Itamaraty. Organizado por Mozart Vitor Serra e Carlos Alberto Rabaça, e produzido pela Documenta Histórica Editora, reúne mais de 400 fotos e uma série de textos sobre a importância desta região do centro do Rio que já foi cenário de momentos importantes da história da cidade e do país ao longo de três séculos.
As fotos mostram a Grande Rua Larga por diversos ângulos: um ângulo urbanístico, que permite ver a Rua Larga e seu entorno como um conjunto; detalhes da arquitetura dos prédios históricos da região; as pessoas que freqüentam ou moram na região; e a rua em si.
Os textos focalizam a história da região (“A velha Rua Larga”, pelo historiador MiltonTeixeira) e seus marcos institucionais (“Central do Brasil”, por Gustavo Barbosa; “Palácio Duque de Caxias”, Octavio Costa; “Palácio Itamaraty”, João Clemente Baena Soares; “A Rua Larga da Light”, José Luiz Alquéres; “O Novo-Velho Colégio Pedro II”, Carlos Alberto Rabaça; “Caixa de Amortização”, Aristóteles Drummond; “Valongo: um observatório para além da contemplação”, Carlos Roberto Rabaça; “Fortaleza da Conceição e o Palácio Episcopal”, Hélio Prado; “Av. Presidente Vargas”, Karina Howlett Martin). Walter Firmo narra um passeio de infância, na crônica “Sobre a Rua Larga, nos ombros do pai José”; Jaguar faz o percurso dos bares em “Zanzando na Larga”; Edmundo Souto conta a história da loja Ao Bandolim de Ouro no capítulo “A pequena loja da Rua Larga”; Carlos Alberto de Carvalho Afonso relembra sua infância (“Filho de imigrantes no Morro da Conceição”); e Liza Franco registra depoimentos (“Falas da região, sobre a região”). No capítulo final (“Atividades, Pessoas e Coisas”), Mozart Vitor Serra analisa as transformações urbanísticas da região, sua relativa decadência e a eventual viabilidade de sua recuperação.

 

Fonte: Light

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