Jornalistas recebem uma aula sobre a famosa caipirinha brasileira

A oficina foi oferecida pela Associação dos Produtores de Cachaça do Estado do Rio de Janeiro - Apacerj
 

2016.08.10-oficina-de-caipirinha-JM-Coelho-3 (640x491)

 

Cachaça, frutas, açúcar e gelo dominaram o salão do Rio Media Center na quarta-feira (10/08). Em uma oficina oferecida pela Associação dos Produtores de Cachaça do Estado do Rio de Janeiro (Apacerj), os jornalistas credenciados no RMC aprenderam como estes quatro ingredientes se tornam a mais famosa bebida brasileira, a caipirinha. “Ensinamos o corte correto das frutas e as proporções dos ingredientes. Muitos estrangeiros compram a cachaça quando vêm aqui e não sabem como preparar a bebida. A ideia é que as pessoas aprendam como fazer o drinque que é oferecido em vários lugares, não só do Rio”, disse Katia Espírito Santo, presidente da Apacerj.

 

 

A associação levou uma variedade de cachaças produzidas no Rio de Janeiro para a oficina. Katia explicou que o estado é o que possui mais marcas da bebida com certificação de qualidade no Brasil e é o segundo maior exportador do Brasil. “Nossas cachaças são reconhecidas no país e no exterior, onde ganhamos prêmios disputados entre bebidas destiladas”, disse Katia, que explicou ainda que a certificação do Inmetro profissionalizou o mercado da cachaça no Brasil, atestando a qualidade do produto.

 

 

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico Solidário, Frankin Dias Coelho, que esteve presente na oficina, ressaltou que muitas marcas de cachaça já ganharam o selo de comércio justo. “Quando um produto ganha um selo como este, todo um mercado se abre. Em mercados europeus, por exemplo, há gôndolas apenas para produtos com o selo de comércio justo”, disse.

 

 

Os jornalistas Miranda Tominson e Langston Mattes Fiel, da americana Cronkite News, estavam curiosos para a oficina e chegaram cedo para acompanhar a preparação dos drinques. “Nos últimos dias, provamos muitas caipirinhas de diversas frutas. Gostamos muito e ficamos com vontade saber melhor como se faz”, contou Miranda, que foi a primeira a se voluntariar para colocar em prática o que foi explicado pelos professores.

 

 

O caju foi a fruta escolhida pela argentina Evelina Castel Novo, da Radio 100.1. Ela aprendeu a cortar as rodelas de caju, macerar de leve a fruta, colocar gelo, 50 ml de cachaça e um pouco de açúcar no copo. Os professores deram ainda duas recomendações: tomar a bebida sem o canudo, que deve ser usado para misturar o drinque, e ir com calma, porque as frutas enganam o teor alcoólico do drinque, que pode passar de 30%. “Eu preciso ir para uma pauta, mas quero aprender. Vim dar apenas uma olhada rápida”, disse Evelina, pouco antes de ser convidada para fazer a sua caipirinha. Cinco minutos depois, deixou o RMC com o seu copo nas mãos.

 

 

 
 

0 comentários

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.