Leões do Palácio Laranjeiras são restaurados e voltam à cor original

Esculpidas em mármore, as esculturas francesas guardam a entrada do palacete
 

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Esculpidos em mármore pelo francês Georges Gardet, os dois leões em tamanho natural que guardam a entrada principal e o portão de bronze de acesso ao hall do Palácio Laranjeiras, recuperaram o amarelo siena original com o restauro do palacete, patrocinado com recursos da Petrobras e outras empresas. As esculturas vieram prontas da França para a residência da família Guinle. Quatro peças semelhantes, também feitas por Gardet, ornamentam a ponte Alexandre III sobre o Rio Sena, em Paris.

 

 

Durante o regime militar, os dois leões foram deslocados para a fachada inspirada no Cassino de Monte Carlo, que fica de frente para o Parque Guinle. Eles ocuparam, por anos, os lugares destinados originalmente a dois cavalos de bronze em tamanho natural, encomendados pela família Guinle, mas que nunca chegaram ao Rio de Janeiro. Quando seriam embarcados para o Brasil, estourou a Primeira Guerra Mundial e as esculturas foram confiscadas pelo governo francês, derretidas e transformadas em canhões. Os leões só retornaram aos seus lugares durante as obras de restauro no palácio promovidas pelo governo Chagas Freitas.
 

 

Visitação pública
Com o fim das obras de restauro, o espaço será aberto à visitação pública. Além da Petrobras, outras 12 empresas custearam as obras do Palácio Laranjeiras: Ambev, Bradesco, Bradesco Seguros, Cedae, CSN Energia, Gás Natural Fenosa / CEG Rio, Eletrobras Furnas, Light, MRS Logística, Instituto CCR, EDF Norte Fluminense e Vale.

 

 

 

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