Ministério da Saúde prorroga vacinação contra a gripe até o dia 22 de junho

A meta é imunizar cerca de 4,5 milhões de pessoas
 

Conforme orientação do Ministério da Saúde, a Campanha de Vacinação contra a Influenza foi prorrogada até o dia 22 de junho. A Secretaria de Saúde alerta para a baixa procura pela vacina contra a gripe entre o público-alvo da campanha no Estado do Rio. Só 24% das crianças foram imunizadas e entre as gestantes a situação também preocupa, pois só 35% tomou a vacina. Já entre os idosos, o número é um pouco maior, cerca de 58%. Em todo o estado, a cobertura vacinal está em apenas 47%. A meta é imunizar cerca de 4,5 milhões de pessoas.

 

 

Devem tomar a vacina gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, crianças com idades entre 6 meses e menores de 5 anos, pessoas com mais de 60 anos, pacientes crônicos, além de profissionais de saúde e indígenas.

 

 

– Contamos com o envolvimento de todos e agora ganhamos mais alguns dias para a vacinação. A gripe não é uma doença grave, mas entre os grupos prioritários pode se agravar, sim, e a vacina é uma das melhores formas de evitar que isso aconteça – afirmou o secretário de Saúde, Sérgio Gama.

 

 

As doses aplicadas durante a 20ª Campanha de Vacinação contra a Influenza, programada pelo Ministério da Saúde, imunizam contra os três subtipos de gripe que mais circulam no inverno: A/H1N1, A/H3N2 e Influenza B. De janeiro até 22 de maio deste ano, foram notificados 384 casos confirmados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no estado, sendo nove deles causados pelo vírus H1N1 e 19 provocados pelo vírus H3N2. No mesmo período, foram notificados 39 óbitos por SRAG, sendo 3 por H3N2 e um por H1N1.

 

 

– O inverno é a época de maior circulação do vírus no território fluminense, por isso precisamos que a população procure um posto de saúde para se vacinar, a fim de evitar o aumento das chances de transmissão, além das formas mais graves da doença entre os grupos suscetíveis. É importante que todo público-alvo se vacine, mesmo os que já se vacinaram em outra ocasião – afirmou a subsecretária de Vigilância em Saúde, Cláudia Mello.

 

 

 

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