Mopi Itanhangá ganha duplo reconhecimento internacional

Projeto do prédio da escola é destaque em dois dos principais veículos de arquitetura e design do mundo
 

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 “Uma escola inovadora que reflete a exuberância da Mata Atlântica e sua pedagogia criativa por meio da forma e dos materiais utilizados em seu projeto”. Assim, a revista americana Architectural Record, que, em 2016, completa 125 anos, descreve o projeto do MOPI Itanhangá. O site Design Boom, de Milão, com mais de quatro milhões de leitores, também reconheceu o MOPI como um dos dez projetos educacionais mais interessantes do mundo em 2015. 

 

 

Assinado pelo escritório Mareines + Patalano, o projeto tem como pontos centrais: Acessibilidade total, muito além das exigências legais do momento;Versatilidade, com áreas que pudessem ter vários usos e se adaptar à dinâmica das atividades pedagógicas individuais e em grupo; Potencial futuro – capacidade de se adequar às demandas atuais e aquelas que virão no futuro; Integração, com a Floresta da Tijuca, com o céu, os animais, o lazer, o esporte, a vizinhança…; Conforto – o maior aproveitamento possível de luz natural e ventilação para garantir o conforto térmico de forma sustentável; e Organicidade – A falta de padrão faz um convite, tanto aos alunos, quanto aos professores, para pensar de forma diferente, aberta, literalmente fora de qualquer caixa. 

 

O resultado final desse trabalho foi um espaço totalmente funcional, com vida própria, aberto para o mundo, que entende a realidade, interage e dialoga, procurando gerar um impacto positivo no ambiente e nas pessoas.

 

Alguns dos destaques da infraestrutura sustentável do espaço são: o uso da energia solar para aquecimento de água, moderno sistema de reutilização de água de chuva, pisos reciclados com borracha de pneu usado, salas com acabamento de tecnologia alemã Pilkinton (vidros com propriedade acústica e térmica), sem necessidade de iluminação artificial, sistema de refrigeração/exaustão, possibilitando o mesmo nível de renovação de ar estabelecido pela legislação hospitalar e reduzindo a incidência de vírus e bactérias, fachada feita de madeira certificada e cobre oxidado, além de acessibilidade total por meio de rampas e banheiros para cadeirantes. Recentemente, o colégio passou por obras de expansão, dobrando de tamanho.

 

 

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