Moradores do Morro do Bumba recebem apartamentos

Moradores do Morro do Bumba recebem apartamentos
 
Famílias carentes de desabrigados pelas recentes chuvas no Morro do Bumba, em Niterói, recebeu no domingo (25/04), do ministro das Cidades, Márcio Fortes, 93 apartamentos construídos com recursos no valor de R$ 4,7 milhões. As unidades integram o Condomínio Várzea das Moças, localizado na Estrada Velha de Maricá. Cada apartamento tem sala, dois quartos, cozinha e banheiro.
As moradias faziam parte do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), mas, graças à Portaria 153, do Ministério das Cidades, publicada no Diário Oficial da União do último dia 16, elas puderam ser transferidas para o programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, o que facilitou a cessão dos imóveis.
À Agência Brasil, Márcio Fortes esclareceu que a regra vale para o Brasil inteiro. “Onde houver unidades do PAR que não estejam ocupadas, pode fazer a transferência de um programa para o outro”. O valor das unidades é pago pela prefeitura ou pelo estado. Os imóveis do PAR se destinam a famílias com renda de zero a R$ 1.395 mensais.
Fortes deixou claro, entretanto, que essas transferências não são incorporadas ao Minha Casa, Minha Vida. “Qualquer unidade que passe de qualquer programa para o Minha Casa, Minha Vida não entra na totalização das unidades desse programa. É simplesmente para efeito operacional. Senão, daqui a pouco, vão dizer que estamos inflacionando os resultados do Minha Casa, Minha Vida. Não estamos fazendo isso. É simplesmente para atender, por solidariedade, àqueles que mais necessitam”, argumentou.
No Morro do Bumba, o ministro informou que é o governo do estado que está assumindo a operação, e não a prefeitura de Niterói. O projeto abrange 3.880 unidades na capital do estado, além dos 93 apartamentos que serão entregues amanhã, em Niterói. 
Do total programado, cerca de 580 imóveis se destinam à atuação do governo do estado para atendimento a famílias que estão sendo desalojadas no Complexo do Alemão, por estarem em áreas de risco. As demais unidades são assumidas pela prefeitura carioca.

Fonte: Agência Brasil

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