Brasil está entre as dez nações mais perigosas para os jornalistas

Na lista, além do Brasil, aparecem Equador, Etiópia, Irã, Paquistão, Rússia, Síria, Somália, Turquia e Vietnã
 
 
Na quinta-feira, dia 14, o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) divulgou seu relatório anual “Ataques à Imprensa”, onde o Brasil aparece entre as dez nações onde a liberdade de imprensa corre perigo, noticiou o portal Terra.
 
 
 
No relatório, a entidade denuncia “um aumento sem precedentes no número de jornalistas assassinados e presos no último ano” e uma “legislação restritiva e censura estatal” que colocam em risco o jornalismo independente.
 
 
 
Na lista, além do Brasil, aparecem Equador, Etiópia, Irã, Paquistão, Rússia, Síria, Somália, Turquia e Vietnã. Para elaborar o relatório, a entidade examinou seis indicadores de liberdade de imprensa: prisões, mortes, legislação restritiva, censura estatal, impunidade nos ataques contra a imprensa e quantidade de jornalistas exilados.
 
 
 
Em dezembro de 2012, o Comitê já havia constatado a “preocupante alta” dos casos de jornalistas mortos de maneira violenta no Brasil, já que em 2012 foram registradas quatro mortes, maior número em mais de uma década.
 
 

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