Rejuvenescimento facial queridinho de Berverly Hills é moda na Barra da Tijuca há anos

É essencial que o profissional que realiza o procedimento tenha conhecimento anatômico detalhado da face e do bom senso estético para não haver o risco de exageros
 
Dr. Pedro Cugola

Dr. Pedro Cugola

Uma técnica de rejuvenescimento divulgada como novidade em Hollywood, é pelo menos há dois anos um dos procedimentos mais procurados no consultório de um cirurgião plástico na Barra da Tijuca, Pedro Cugola. Intitulado como ‘liquidfacelift’, a combinação de procedimentos, que também inclui fios de dermo sustentação, aplicados de forma independente, tem deixado rostos de famosos e anônimos muito mais jovens. Enquanto a toxina botulítica relaxa a musculatura e suaviza as rugas, preenchimentos reintroduzem o volume e os relevos da pele e o fio cuida do contorno. Logo após o tratamento é possível perceber melhoras em áreas como o contorno da mandíbula e a projeção da maçã do rosto.

 

 

Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Cugola abandonou o centro cirúrgico pra se dedicar aos procedimentos minimamente invasivos, através de várias técnicas de rejuvenescimento combinadas. O método, que anda fazendo a cabeça, ou melhor, o rosto,de celebridades de Hollywood, tem o efeito de uma cirurgia plástica, mas sem bisturi. Ao combinar procedimentos consagrados como fio russo, toxina botulítica e preenchimentos, o resultado é um rosto natural, com rugas atenuadas e contorno facial mais definido – tudo com efeito quase que imediato. As substancias não são misturadas, mas aplicadas de forma independente e para isso é essencial que o profissional tenha conhecimento anatômico detalhado da face e bom senso estético para não haver risco de exageros.

 

 

Uma das poucas que admitiu publicamente ser adepta do procedimento foi a atriz Jill Zarin, que se deixou filmar recebendo as injeções com as substâncias em um dos episódios da série ‘Real Housewives of New York’. Na época afirmou que se sentia dez anos mais jovem após ser submetida a técnica, uma conta até modesta, levando-se em consideração que muitas pacientes veem diferença ainda maior após o procedimento.

 

Para Cugola, que tem consultório no Shopping Downtown, a tendência reflete a mudança nos parâmetros e no comportamento da mulher de hoje, que quer parecer mais jovem mas não quer mudar ‘de rosto’. Segundo ele, as mudanças radicais dos anos 70 e 80 ficaram para trás:

 

 

“Atualmente procuram um cirurgião plástico mas não querem fazer uma cirurgia. E muitos querem mais jovialidade ao rosto com a condição de que não se eliminem todas as rugas. A busca é por resultados mais naturais, menos forçado, menos invasivos, sem riscos e sem radicalismos”, afirma.

 

É essencial que o profissional que realiza o procedimento tenha conhecimento anatômico detalhado da face e do bom senso estético para não haver o risco de exageros. Segundo Cugola, a técnica é indicada a partir de 35 anos, quando começa a ficar mais evidenciada a perda de colágeno diária que provoca rugas e flacidez da pele. É nesta fase que começam a surgir as rugas dinâmicas, que se revelam no sorriso, no canto dos olhos ou na contratura da testa.

 

Assessoria

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