Rock in Rio anuncia mais três encontros inéditos

Céu + Boogarins, Johnny Hooker + Liniker + Almério e Baiana System + Titica tocarão nos dias 15, 17 e 21 de setembro, no Palco Sunset
 

O Sunset, palco dos grandes encontros no Rock in Rio, anuncia mais três encontros inéditos em seu line-up. No dia 15 de setembro, toca a cantora Céu com o grupo Boogarins, que tem em comum o estilo psicodélico em seu som. O dia 17 será um dia performático, com o encontro de Johnny Hooker, Liniker e os Caramelows e Almério. No dia 21, o Rock in Rio recebe o ritmo africano, que não estará restrito a Rock Street: a angolona Titica faz parceria com a banda Baiana System, trazendo a batida forte e ritmada da Bahia para o Sunset.

 

Céu & Boogarins
O Sunset terá em seu primeiro dia de evento dois nomes conhecidos e reconhecidos por sua autenticidade: Céu e Boogarins. Céu ganhou espaço no cenário musical brasileiro em 2005, após o lançamento do seu primeiro álbum, que leva seu nome. O disco, aclamado pela crítica, teve três indicações ao Grammy e apresentava traços fortes da MPB. Nestes mais de dez anos de carreira, a cantora apresentou diversos estilos musicais em outros lançamentos, até chegar ao Tropix, lançado em 2016, que traz um estilo mais psicodélico.

 

Daí a sinergia com Boogarins. Embora venha de Goiânia, onde o estilo Indie é muito popular e não traz nenhuma tradição de psicodelia, é este último o estilo apresentado pelo quarteto formado pelo cantor e guitarrista Fernando “Dinho” Almeida, o guitarrista Benke Ferraz, Ynaiã Benthroldo na bateria e Raphael Vaz no contrabaixo.

 

Para Zé Ricardo, diretor artístico do Palco Sunset, não haveria combinação mais harmônica para Céu neste momento. “A Céu já havia mencionado em outras ocasiões sua admiração pelo trabalho da banda. Ela é uma cantora especial, tem essa particularidade, um estilo que não parece com ninguém, único. Essa liberdade nos arranjos faz com que possa ter sucesso em um show com João Donato, como foi sua estreia no Rock in Rio 2011, ou com Boogarins, com quem tocará, abrindo a tarde do Palco Sunset no Rock in Rio 2017”, comenta, acrescentando que o público pode esperar muita psicodelia e groovie para este encontro.

 

Seguindo a mesma linha das outras atrações que já estiveram e que estarão no Palco Sunset, Céu e Boogarins têm uma carreira internacional. Céu esteve em diversos países com a turnê de Tropix, como Estados Unidos e Canadá, enquanto Boogarins fez diversas turnês cantando em português, na América do Norte e Europa.

 

Johnny Hooker + Liniker + Almério
Uma apresentação performática. Assim será a apresentação de Johnny Hooker, Liniker e Almério no Palco Sunset, no dia 17 de setembro. Os artistas estarão juntos no Palco para um encontro inédito, que transcenderá as vozes e refletirá os apelos e quebra de paradigmas em um espetáculo sem qualquer rotulagem. Para esta apresentação, além das canções já conhecidas e premiadas, os fãs podem esperar performances e figurinos que darão o tom do encontro.

 

Segundo Zé Ricardo, “são três artistas performáticos, que usam a favor da música o corpo e a vestimenta”. Ele lembra ainda que “o Brasil não produz artistas assim desde a época de Ney Matogrosso. Colocam a sua expressão corporal dentro do seu trabalho. Independentemente da sua sexualidade os três são artistas que saem de dentro da casinha, que extrapolam e apresentam algo muito diferente e é exatamente isto que o público poderá ver”, garante.

 

Baiana System + Titica
O palco Sunset acaba de anunciar a angolana Titica como parceira de Baiana System em um encontro totalmente inédito para o dia 21 de setembro. A batida forte e ritmada da Bahia estará presente no som mais que potente do Baiana System, uma das bandas mais expressivas da atualidade quando o assunto é sonoridade. Ela estará aliada ao calor do Kuduro apresentado pela transexual Titica, que leva ao público uma música inspirada nos diversos ritmos africanos, como o próprio kuduro e o samba.

 

“São artistas que nunca se encontraram, mas que tem na busca pelo inédito algo em comum. Vamos para uma apresentação que transcende o preconceito e o julgamento e abre o coração para o novo e para um som muito especial e acima de tudo positivamente vibrante”, afirma o diretor artístico do Sunset.

 

 

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