CRITICA: ‘Uma verdade mais inconveniente’

Onze anos depois, Al Gore está de volta aos cinemas
 

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“Uma verdade mais inconveniente”, com direção de Bonni Cohen e Jon Shenk, é mais que um simples documentário ou uma sequência de um trabalho que ganhou dois Oscar em 2007, é um alerta cada vez mais pertinente. Nesta sequência, Gore percorre várias partes do mundo e alerta sobre as emissões de gases na atmosfera que podem afetar o planeta. Em 2007, o primeiro filme “Uma Verdade Inconveniente” ganhou da academia como melhor documentário e melhor canção, e ajudou a promover o debate científico sobre a degradação da natureza e as drásticas alterações climáticas.

 

 

O protagonista que nos conduz a este alerta relata mais uma vez casos diversos, entre eles, o da Groenlândia sobre o derretimento de montes de gelo, Miami sobre as inundações, os impactos da eleição de Trump e suas mudanças em acordos já antes assinados, como a conferência do clima em Paris, no ano de 2015, que após eleito presidente, ele anunciou a saída dos EUA do acerto, cujo teor é limitar o uso de fontes tradicionais de energia e a adesão à proposta de reduzir emissões. 

 

 

“Uma verdade mais inconveniente”, já está em cartaz nos cinemas, e é uma ótima opção para os ativistas e para quem deseja entender um pouco mais sobre o tema e suas consequências mundiais.

 

 

 

 

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