Força Nacional do SUS dá início a terceira etapa da ação

Segundo o último boletim, 33 pacientes continuam internados nas cidades de Santa Maria e Porto Alegre, dos quais cinco em estado crítico
 

O Ministério da Saúde inicia a terceira etapa do trabalho que vem sendo desenvolvido para o atendimento médico e psicossocial aos familiares e vítimas do incêndio ocorrido no último dia 27, em Santa Maria (RS). No momento, a Força Nacional do SUS (FN-SUS) segue com uma equipe mobilizada em Porto Alegre. A capital gaúcha concentra os trabalhos da Força, antes desenvolvidos em parceria com a equipe mobilizada em Santa Maria.

Segundo o último boletim da FN-SUS, divulgado na tarde desta segunda-feira (18), 33 pacientes permanecem internados em hospitais das cidades de Santa Maria e Porto Alegre. Destes, cinco pacientes necessitam de ventilação mecânica e seguem em estado crítico.

“O Ministério da Saúde está comprometido em oferecer a esses familiares e vítimas do incêndio, o tratamento adequado a plena recuperação física e psicológica. Para isso, todos os recursos necessários estão sendo disponibilizados e isso continuará sendo feito nas próximas etapas dessa ação. A intenção é garantir que os pacientes tenham o acolhimento qualificado e de qualidade”, enfatizou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

 

Em parceira com Estado do Rio Grande do Sul e o Município de Santa Maria, o Ministério da Saúde montou um plano de ação para atenção psicossocial aos familiares e vitimas do incêndio. O Núcleo de Atenção Psicossocial foi montado para atuar na situação e conta com 164 profissionais divididos em equipes multidisciplinares. Do dia 31 de janeiro a 17 de fevereiro foram realizados 1.027 atendimentos.

 

Os atendimentos aos familiares e vítimas do incêndio foram divididos em atendimentos individuais, grupais, por telefone, visitas domiciliares a sobreviventes, familiares das vítimas e demais pessoas que estão com sofrimento mental em decorrência do incêndio. Além disso, a uniformização da assistência continuada aos pacientes que já tiveram alta médica, para que possam ter acompanhamento e – posteriormente – façam outras consultas e exames também está sendo discutida.

 

Assessoria

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