Marco Feliciano chama mídia de ‘desonesta’ ao repercutir fala do papa sobre gays

Deputado criticou a forma como a imprensa divulgou opinião do papa sobre os homossexuais
 

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O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), disse na última segunda-feira (29/7), em sua conta no Twitter, que a imprensa foi “desonesta” sobre a declaração do papa Francisco indicando que os gays “não devem ser marginalizados, mas integrados à sociedade” e que não se sente em condição de julgá-los.

 

 

 

“Ao fazerem uma matéria com o tema que fizeram, a mídia é desonesta, dá-se a entender que o papa liberou o que a bíblia proibiu”, afirmou Feliciano.

 

 

 

“Li todas as reportagens da entrevista com o papa sobre homossexuais. O que ele diz faz sentido, ninguém pode julgar ninguém. Também bem concordo que as igrejas estejam abertas para receber os gays que procuram Deus, aliás, isso sempre foi feito pela igreja evangélica”, disse.

 

 

 

“A imprensa só deveria ser mais honesta e colocar com letras garrafais que, entretanto, o papa disse que a igreja não muda seus posicionamentos. Ou seja, ela ama o pecador, mas não ama o pecado. Aceita o homossexual, mas não aceita o ato homossexual. A igreja não muda o que a bíblia diz”, completou o deputado.

 

 

 

De acordo com a Folhapress, o papa Francisco alegou aos cerca de 70 jornalistas que embarcaram a Roma com ele que “se uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”. As afirmações foram em resposta a recentes revelações de que um assessor próximo seria homossexual e a uma frase atribuída a ele no início de junho, de que havia um “lobby gay” no Vaticano. Para Francisco, o problema não é ser gay, mas o lobby em geral.

 

 

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