Índice de correção do aluguel sobe com menos intensidade

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) perdeu força, com taxa de 0,33% ante 0,43%
 

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) teve alta de 0,86% em outubro. A variação ficou abaixo da apurada em setembro último (1,5%) e bem acima da variação no mesmo mês do ano passado (0,02%). Desde janeiro, a taxa acumula elevação de 4,58% e, em 12 meses, de 5,27%. O último índice é o que serve de base de cálculo para a correção do valor do aluguel.

 

 

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas mostra decréscimo em dois dos três componentes do índice. No segmento atacadista medido pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), a taxa passou de 2,11%, em setembro, para 1,09%. Entre os grupos que influenciaram essa queda na intensidade de alta estão commodities como a soja (em grão), que tinha subido 10,78% na última apuração e, em outubro, passou para 0,60%.

 

 

Nesse mesmo grupo, tiveram ainda redução na velocidade de aumento as aves (de 10,81% para 3,27%) e o leite in natura (de 3,81% para 0,90%). Em movimento oposto, o minério de ferro subiu 6,81% ante 3,53%; os bovinos (de 0,93% para 3,80%) e a mandioca (de -3,43% para -0,11%).

 

 

No setor varejista, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) indicou elevação de 0,43%, acima do índice de setembro (0,27%), e foi provocado, principalmente, pelos alimentos, com avanço de 0,63% ante 0,14%.

 

 

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) perdeu força, com taxa de 0,33% ante 0,43%. Os materiais, equipamentos e serviços subiram 0,68% ante 0,91% e o valor pago pela mão de obra permaneceu estável pela segunda vez consecutiva.

 

Agência Brasil

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