Ataque no Quênia soma 69 mortos e 63 desaparecidos, diz Cruz Vermelha

Entre as vítimas estão três cidadãos britânicos, dois franceses, dois indianos, um sul-africano, uma chinesa, um médico peruano que trabalha no Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef)
 

As vítimas do ataque terrorista em Nairóbi, no Quênia, no último sábado (21), chegam a 69. Outras 63 pessoas estão desaparecidas, segundo informações da Cruz Vermelha. As Forças de Defesa do Quênia (KDF, sigla em inglês) estimam que ainda haja cerca de dez pessoas mantidas como reféns no interior do shopping Westgate Mall.

Nas últimas 24 horas, as forças de segurança do país fizeram várias tentativas de entrar no centro comercial, mas foram forçadas a se retirar. Segundo autoridades quenianas, militares israelenses e norte-americanos também estão participando da operação.

A área próxima ao setor comercial está isolada e ocupada por forças de segurança, mas há pessoas se reunindo no local com o objetivo de ajudar as vítimas. Estima-se que já tenha sido arrecadado cerca de US$ 250 mil. No início da manhã de hoje (23), a KDF informou que a situação deverá ser controlada em breve.

Entre as vítimas estão três cidadãos britânicos, dois franceses, dois indianos, um sul-africano, uma chinesa, um médico peruano que trabalha no Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e no Banco Mundial, um ganês e um sobrinho do presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, segundo confirmaram os governos de cada um dos países.

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