Crescimento de empregos no Rio supera índice nacional

Participação do estado na criação de vagas formais no Brasil sobe desde 2010
 

O Estado do Rio de Janeiro registrou total de 148.797 empregos celetistas gerados em 2012, segundo estudo do Instituto Pereira Passos (IPP), baseado no relatório do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado corresponde a um crescimento de 4,17% em relação ao número de postos com carteira assinada criados no ano anterior. O percentual fluminense foi superior ao registrado no Brasil, que gerou 1.301.842 oportunidades formais, um índice 3,43% maior do que em 2011.

 

 

 

De acordo com o levantamento do IPP, apenas na capital do Rio foram criados 86.494 postos de trabalho entre janeiro e novembro do ano passado, o que representou um acréscimo de 4,29% em comparação com o mesmo período de 2011. O instituto destacou ainda que, desde 2010, tem aumentado a participação do Estado do Rio no emprego total do Brasil. Além de mais oportunidades formais de emprego, as estatísticas apontam que os fluminenses tiveram um aumento no valor da renda.

 

 

 

O setor de Serviços foi o que mais se destacou como gerador de empregos. A segunda posição ficou com a Construção Civil. Em seguida, ficou o Comércio. Apenas a Administração Pública apresentou redução, com queda de 3.446 vagas.

 

 

 

 

Apostas de destaque em outras áreas em 2013

 

Outros setores devem aquecer o mercado fluminense este ano. De acordo com perspectiva da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio), Construção Civil, Indústria Naval e Indústria Criativa ganharão mais destaque.

 

 

 

– Tendo em vista o calendário de eventos do Rio, a demanda pela Construção Civil deve ter o seu pico em 2015. Além disso, o considerável volume de investimentos previstos para o estado demanda a instalação de novas fábricas. A Indústria Naval tem uma cadeia produtiva bastante intensa. Já a Criativa começou a ganhar força em 2008 e, à medida que a renda vai se elevando, a procura por produtos com maior valor agregado aumenta – explicou o gerente de estudos econômicos do Sistema Firjan, Guilherme Mercês.

 

 

Governo do Rio

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