Bombeiros de folga vão trabalhar em unidades de saúde estaduais

As secretarias de Defesa Civil e de Saúde oficializaram ontem parceria inédita no país para a criação de núcleos de prevenção e combate a incêndios em 25 instituições de saúde estaduais. Ao todo 1,6 mil bombeiros já selecionados irão atuar, durante suas folgas, em atividades de capacitação dos profissionais que servem a estas unidades do[...]
 

As secretarias de Defesa Civil e de Saúde oficializaram ontem parceria inédita no país para a criação de núcleos de prevenção e combate a incêndios em 25 instituições de saúde estaduais. Ao todo 1,6 mil bombeiros já selecionados irão atuar, durante suas folgas, em atividades de capacitação dos profissionais que servem a estas unidades do Estado. Os plantões serão remunerados conforme as normas do Regime Adicional de Serviço (RAS). A jornada de 24 horas corresponderá à remuneração de R$ 450 para praças e R$ 600 para oficiais.

 

 

De acordo com o secretário de Defesa Civil e comandante do Corpo de Bombeiros, Sérgio Simões, os membros da corporação envolvidos no projeto devem iniciar os trabalhos no dia 1º de maio.

 

 

“Teremos postos do Corpo de Bombeiros nestes hospitais, que se comunicarão com o nosso Centro de Operações. Estamos realizando algo pioneiro no Brasil” disse Simões.

 

 

Para o secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, o convênio será fundamental para levar mais segurança aos pacientes e profissionais das unidades de saúde.

 

 

“Estes bombeiros estarão treinando profissionais e dando mais segurança aos nossos pacientes. Tivemos dois grandes incêndios nos últimos quatro anos, nos hospitais Pedro II e Pedro Ernesto. Isso demonstra que casos podem acontecer, que existem riscos em todos os lugares do mundo. Então, nada melhor do que termos estes profissionais atuando nas unidades de saúde” afirmou o secretário.

 

 

Côrtes lembrou ainda que o projeto do Governo do Estado traz também a oportunidade de complementação de renda para a corporação.

 

 

“Esta é também uma maneira destes bombeiros complementarem, oficialmente, seus salários no período de suas folgas. Anteriormente, eles procuravam, em certos casos, outras funções, e hoje há esta oportunidade de atuarem na tarefa em que são treinados” explicou Sérgio Côrtes.

 

GOVERNO DO RIO

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