Cooperação internacional fortalece gestão ambiental da Baía de Guanabara

O workshop tem ênfase na questão da governança e será finalizado com a proposta de um plano de trabalho com as bases técnicas e institucionais da cooperação bilateral entre os dois Estados
 

Especialistas brasileiros e norte-americanos vão discutir mecanismos de intercâmbio e troca de experiências na gestão ambiental das baías de Guanabara e Chesapeak, no estado de Maryland, nos Estados Unidos. O Workshop de Intercâmbio Internacional foi aberto nesta quarta-feira (8), com as presenças da presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, do subsecretário do Ambiente, Luiz Firmino, e do cônsul geral dos Estados Unidos, John Creamer.

 

 

Resultado de um memorando de entendimentos firmado em março de 2011 entre os governadores Sérgio Cabral e Martin O´Malley, de Maryland, o workshop tem ênfase na questão da governança e vai ser finalizado com a proposta de um plano de trabalho com as bases técnicas e institucionais da cooperação bilateral entre os dois Estados. Entre os representantes norte-americanos que participam do workshop estão o secretário de Meio Ambiente de Maryland, Robert Summers; o diretor da Secretaria de Recursos Naturais, Bruce Michael; a diretora da Agência de Proteção Ambiental dos EUA, Jane Nishida; e um especialista do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Yvon Mellinger.

 

 

Os representantes brasileiros vão abordar iniciativas como o Programa de Saneamento dos Municípios do Entorno da Baía de Guanabara (PSAM) financiado pelo BID e coordenado pela Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), parte integrante do Pacto pelo Saneamento lançado em abril de 2011, que prevê a aplicação, até 2016, de R$ 1,3 bilhão em obras de esgotamento sanitário e em projetos de saneamento nos 15 municípios do entorno da Baía de Guanabara.

 

 

Na região hidrográfica da Baía de Chesapeake vivem 17 milhões pessoas residentes em seis importantes estados norte-americanos: Delaware, Maryland, New York, Pennsylvania, Virginia, West Virginia e Washington D.C. O programa de gestão da baía de Chesapeake é considerado um caso emblemático de recuperação ambiental, com destaque para a participação influente dos diferentes atores sociais.

 

Informações da assessoria

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