Hospital Estadual da Mãe completa um ano de funcionamento

Maternidade, localizada em Mesquita, é referência para moradoras da Baixada
 

O Hospital Estadual da Mãe completa um ano de funcionamento com a marca expressiva de 3.092 partos normais e 1.097 cesarianas realizadas de 14 de junho do ano passado até 31 de maio deste ano. Com 12 leitos de pré-parto e 70 leitos clínicos, os números mostram que a maternidade, localizada em Mesquita, tornou-se uma referência para as moradoras da Baixada Fluminense.

 

Desde que abriu as portas, o espaço registrou 12.399 atendimentos médicos e 23.948 consultas com a equipe multiprofissional, formada por psicólogos, fonoaudiólogos, nutricionistas, fisioterapeutas e assistentes sociais. O hospital, um complexo composto pela maternidade e a Clínica da Mãe, realiza, além de partos, todo o pré-natal, exames e consultas com os profissionais de atenção materna.

 

Em um ano, o Hospital Estadual da Mãe realizou 8.242 ultrassonografias, 859 Raios-X e 115.674 exames laboratoriais. Para aliviar as dores e os desconfortos das gestantes, a unidade oferece, desde dezembro de 2012, serviço de fisioterapia, inédito na rede estadual.

 

Em setembro de 2012, de forma pioneira nas maternidades do país, a unidade passou a usar o óxido nitroso, conhecido como gás do riso, para aliviar as dores da contração uterina antes do parto normal. Trata-se de um dos componentes comuns nas anestesias, que, isolado, funciona como um ótimo analgésico quando inalado, e não causa qualquer mal à saúde do bebê e da gestante.

 

– O óxido nitroso age enquanto a pessoa está respirando o gás. Ajuda muito no atendimento às pacientes adolescentes – disse o anestesista Carlos Eduardo Lopes Nunes, diretor clínico do hospital.

 

Mais de 23 mil casos resolvidos

 

Dedicado ao atendimento de baixa complexidade, o Hospital Estadual da Mãe recebe gestantes enviadas por outras unidades de saúde. Os casos de alta complexidade – como grávidas hipertensas e diabéticas – são encaminhadas para o Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti.

 

O setor de acolhimento realizou 23.200 atendimentos de emergência. Moradora de Mesquita, Patrícia Mello, de 22 anos, deu à luz sua segunda filha.

 

– Fiquei internada por uma semana. O que mais me impressionou foi a atenção no atendimento – afirmou Patrícia.

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