Maracanã é aprovado pela torcida

O que não agradou foi o preço dos alimentos
 

 

Num clima de festa e de paz brasileiros e ingleses chegaram cedo para o clássico no domingo, dia 2 de junho, que terminou empatado em 2 a 2 e lotou o novo Maracanã. Entre os organizadores do evento, que também estão à frente da Copa das Confederações e Copa do Mundo, o sentimento foi de dever cumprido. “Tudo funcionou bem, dentro e fora do estádio. Foi o melhor teste de todos”, avaliou o diretor-geral do Comite Organizador Local (COL) do Mundial de 2014, Ricardo Trade.

 

 

Mas, como nada é perfeito, a bola fora na primeira partida oficial após a reinauguração do “ex-maior do mundo” foi o preço salgado dos alimentos comercializados no interior do estádio. O saco de pipoca a R$ 10, o pacote de amendoim a R$ 7, e o cachorro quente a R$ 8 fizeram alguns torcedores perderem o apetite.

 

 

Diferentemente das outros estádios brasileiros, que apresentaram diversos problemas, o palco da final da Copa de 2014 deu exemplo de como se prepara para um grande evento.

 

 

Por outro lado, um outro problema evidente no estádio são as obras inacabadas. No entorno do Maracanã, poucos operários trabalhavam, mas o aspecto é de que diversos retoques ainda precisam ser feitos. Dentro do estádio, várias instalações e salas ainda não estão abertas.

 

 

Na entrada da tribuna de imprensa, um operário trabalhava em um banheiro, enquanto os primeiros jornalistas ocupavam seus postos.

 

 

Por conta disso, não faltou poeira nas arquibancadas, acessos e demais áreas, inclusive internas do Maracanã, deixando claro que ainda falta um pouco para o principal estádio do futebol brasileiro ficar definitivamente pronto para o torcedor.

 

 

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