Pesquisa revela que cariocas de baixa renda são os que mais doam sangue

Grupo é responsável por mais de 60% do sangue que vai para as emergências
 

O dia mal raiou e Ricardo Tunala da Silva, de 36 anos, já saiu de casa. Morador de Magé, ele acorda cedo todos os dias para ir de ônibus ao trabalho no Rio de Janeiro. Uma rotina que só é alterada a cada três meses, quando se levanta ainda mais cedo para cumprir um dever pessoal que repete há 16 anos: doar sangue.

 

 

O exemplo do morador de Magé não é isolado. Ele reforça os dados de uma pesquisa, ainda inedita, realizada pelo Hemorio, que procurou analisar o perfil social dos doadores de sangue no Rio de Janeiro. Ao longo de 2012, foram ouvidos 608 doadores de sangue. O levantamento buscou identificar a região de moradia e a condição socioeconômica dos voluntários.

 

Governo do Rio

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