Aproximação da Igreja com o povo passa pela reorganização da Pastoral da Juventude, avalia padre

Segundo o reitor, que trabalha com 80 seminaristas, todos no Rio participando da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), o papa tem retomado e reforçado o apelo de Jesus
 

O recado passado pelo papa Francisco aos membros da Igreja, em pregações durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), para que utilizem as estruturas paroquiais com o objetivo de se aproximarem das demandas populares é um dos principais desafios impostos aos padres de todo o país. A avaliação do reitor do Seminário Interdiocesano Nossa Senhora das Dores, em Caruaru (PE), padre José Ademilton Francisco da Silva, é que a recomendação papal passa, necessariamente, pela melhor organização da Pastoral da Juventude, vinculada a Igreja Católica.

 

 

Além disso, o padre ponderou que, como Francisco mesmo disse, a aproximação da Igreja com o povo será possível a partir do incentivo à juventude para que amplie a evangelização. Segundo o padre José Ademilton, essa necessidade se fortalece pelo próprio momento em que os jovens brasileiros têm ficado à frente de reivindicações por melhores condições de vida.

 

O reitor penambucano destacou que é preciso organizar melhor a Pastoral da Juventude inserindo os jovens na sociedade, no campo do trabalho e nas lutas de reivindicações. “A Pastoral da Juventude está inserida nesses vários organismos da sociedade”, acrescentou. “Ele [o papa] insiste muito nisso, de que devemos partir das nossas estruturas paroquiais para irmos ao encontro das pessoas onde elas estão, levando-lhes a palavra de Jesus. Aliás este é o lema da jornada” lembrou o reitor.

 

 

Segundo o reitor, que trabalha com 80 seminaristas, todos no Rio participando da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), o papa tem retomado e reforçado o apelo de Jesus. “A palavra de ordem do senhor é esta: ide”, explicou à Agência Brasil. Ele acrescentou que este é o resumo do caminho que a Igreja deve seguir para chegar às pessoas.

 

Agência Brasil

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