Centro de Gestão da Jornada Mundial da Juventude inicia monitoramento do Rio no dia 15 de julho

O centro de gestão de riscos permitirá que os organizadores adaptem os eventos previstos, estruturem a hospedagem e mudem rotas de autoridades eclesiásticas
 

Centro de Gestão da Jornada Mundial da JuventudeAinda em fase de testes e treinamento, o Centro de Gestão Integrada de Riscos será uma das principais apostas do Comitê Organizador Local da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para coordenar a movimentação dos peregrinos e dos membros da Igreja Católica nos dias do evento, 23 a 28 de julho. A partir do dia 15, o centro começará a monitorar a cidade.

 

Alimentado por informações passadas por diversos órgãos governamentais, como o centro de operações da prefeitura do Rio; o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), da secretaria de Segurança Pública; a Polícia Rodoviária Federal; e a Infraero, o centro de gestão de riscos permitirá que os organizadores adaptem os eventos previstos, estruturem a hospedagem e mudem rotas de autoridades eclesiásticas. O centro poderá, também, recomendar que peregrinos evitem determinado caminho por causa de chuvas, de acidentes ou de confusões.

 

“O Centro de Operações Rio cuida da cidade e da mobilidade urbana, o CICC cuida da parte de segurança pública e nós, aqui do Centro Integrado de Gestão de Riscos, estamos preocupados com os impactos da cidade sobre o evento”, resumiu Cássio Ramos, especialista em gestão de riscos da empresa contratada pelo Comitê Organizador Local para gerir o centro.

 

Ao mesmo tempo, os dados gerados, a partir das inscrições de peregrinos e da alocação deles nas casas dos que se ofereceram para hospedá-los, darão subsídios à preparação da estrutura que permitirá os deslocamentos para os atos centrais em Copacabana e Guaratiba e às atrações menores, como as catequeses, que ocorrerão pela manhã em cerca de 300 pontos da cidade, como escolas, clubes e igrejas. A língua falada pelos peregrinos, por exemplo, será um critério para agrupá-los em determinados bairros, direcionando bispos que falem os mesmos idiomas.

 

Agência Brasil

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