Cinema feminino e plural nas telas da Caixa Cultural Rio

Femina - Festival Internacional de Cinema Feminino apresenta filmes dirigidos por mulheres e/ou com temática feminina
 

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 16 a 28 de julho, a 10ª edição do “Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino” que, este ano, homenageia a atriz e diretora Patrícia Pillar. Serão exibidos 115 filmes, divididos em duas mostras competitivas (Nacional e Internacional) e 13 programas da Mostra Informativa. O festival tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, do Governo Federal.

 

As Mostras Competitivas apresentarão 15 filmes cada, que concorrerão em quatro categorias: Grande Prêmio Femina (para o melhor filme da competição), Prêmio Especial do Júri, Melhor Direção e Melhor Destaque Feminino, para o qual o júri escolhe um destaque entre todas funções desempenhadas por mulheres, seja a interpretação de uma atriz, o desenho de uma animadora, a fotografia, a edição etc. Os prêmios serão distribuídos nas modalidades Nacional e Internacional, totalizando oito premiações.

 

Já a Mostra Informativa apresentará 85 filmes, divididos em 13 programas: “Sessão de abertura”, com exibição de um longa e de um curta-metragem; “Masculino-Feminino”, mostrando filmes com a temática feminina dirigidos por homens; “Infantil”, dirigidos por mulheres; “Dividindo a conta”, filmes com homens e mulheres assinando a direção; “Eu gosto é de mulher, filmes com a temática lésbica dirigidos por mulheres; “Foco Portugal”, três programas de longas e médias dirigido por portuguesas; “Experimental”, dirigidos por mulheres; “Enquadrando eles”, filmes de mulheres que retratam homens artistas (músicos, cineastas, artistas plásticos…); “Festival Internacional Convidado”, com mostra de filmes exibidos na última edição do Festival Cine de Mujeres de Santiago de Chile – Femcine; “Programa Especial Internacional”, filmes dirigidos por mulheres considerados importantes e alinhados com os objetivos do Festival; “Programa Especial Nacional”, filmes brasileiros dirigidos por mulheres considerados importantes e alinhados com os objetivos do Festival; “Seminário”, mesas de debates que discutem temas sobre as questões de gênero (antes dos debates, serão exibidos filmes que ilustram os temas abordados); e “Homenagem”, cerimônia com exibição de um filme importante na carreira da homenageada e/ou que ilustre sua importância para o cinema.

 

Homenagem:

A cada edição, o festival escolhe uma personalidade feminina do cinema para ser homenageada. A escolha de Patrícia Pillar ocorreu em função do desempenho da atriz, na frente e atrás das câmeras. Além de ter interpretado personagens marcantes, como Zuzu Angel, uma personalidade feminina importante na história recente do país, Patrícia faz parte de um seleto grupo de atrizes que também atuam como diretora.

 

A sessão de homenagem exibirá o documentário “Waldick: sempre no meu coração”, sobre o cantor e compositor Waldick Soriano, dirigido pela homenageada. A exibição acontece no domingo (21), antes da cerimônia de premiação do Femina 2013.

 

Seminários:

O festival promoverá ainda, seminários com os temas “Produção e crítica cinematográfica, festivais de cinema e gênero: sobre política de representação”, “Mulheres e Funk no Rio de Janeiro”, “Espaços e representações de mulheres e negros no cinema brasileiro” e “O visível e o indizível na pele que habitamos”. A entrada é gratuita, mas é necessária inscrição prévia na página do festival: www.feminafest.com.br, onde também está disponível a programação completa do Femina 2013.

 

Sobre o festival:

Realizado, desde 2004, pelo Instituto de Cultura e Cidadania Feminina, organização sem fins lucrativos, o “Femina” trabalha na promoção da atuação das mulheres no cinema e na cultura. O festival tem direção e curadoria de Paula Alves e Eduardo Cerveira. “Nosso intuito é incentivar o surgimento de novas diretoras, e a participação das mulheres no mercado de trabalho audiovisual, assim como a produção de filmes com temas femininos, e debates sobre as questões de gênero”, explica a curadora.

 

Assessoria

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