Polícia Militar reforça ação educacional contra as drogas

Expectativa é atender um milhão de crianças e adolescentes da rede pública
 

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Com 21 anos de existência, o Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas), implantado pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, tem a expectativa de atender um milhão de crianças e adolescentes em todos os municípios do estado até o fim deste ano. A ideia é prevenir o consumo de drogas e a prática de atos de violência entre estudantes da rede pública.

 

Pioneira no Brasil, a iniciativa é uma adaptação do programa norte-americano D.A.R.E (Drug Abuse Resistance Education). É voltada para alunos na faixa etária entre 4 a 12 anos de idade (Educação Infantil e 5º ano do Ensino Fundamental), bem como a pais e responsáveis. Atualment

e, o projeto conta com quase 200 policiais instrutores no Rio de Janeiro e já beneficiou mais de 800 mil jovens. O sucesso da empreitada fluminense serviu de incentivo para que a ação também fosse adotada em todos os estados do país.

 

– O Proerd é um programa educacional de prevenção primária ao uso de drogas lícitas e ilícitas e de atos de violência realizados nas escolas municipais e estaduais e também nas comunidades com UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora). Ajudamos a formar cidadãos conscientes de seus direitos e deveres, introduzindo conceitos de família, responsabilidade e respeito ao próximo – explicou a coordenadora estadual do programa, major Patrícia Serra.

 

Ao longo de 17 aulas – com cerca de uma hora de duração – os estudantes recebem informações sobre os malefícios do cigarro, álcool, maconha, cocaína, crack e outras drogas, além de orientações sobre bullying, sobre como resistir à pressão de amigos para uso de narcóticos, o que fazer ao encontrar uma arma e também como proceder em casos de abuso sexual e em outros tipos de violência.

 

Os alunos mais novos ainda aprendem noções de higiene pessoal, de alimentação saudável, regras de trânsito e preservação da integridade física. Para estimular o processo de aprendizagem, as aulas contam com recursos multimídias, música, cartazes, brincadeiras e cartilhas educativas.

 

Para ministrar as oficinas, os policiais voluntários fazem um curso intensivo de capacitação, aprendendo técnicas de gerenciamento de sala de aula, metodologia de ensino e didática, além de uso de ferramentas pedagógicas.

 

Governo do Rio

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