Reunião da CPI dos Ônibus acaba em confusão no Rio

Chiquinho Brazão diz que não renuncia a presidência da comissão
 

 

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Na manhã desta sexta, dia 9, profissionais de comunicação e vereadores ficaram trancados na sala da presidência da Câmara Municipal do Rio, na Cinelândia, logo após a primeira reunião da CPI dos Ônibus. Alguns manifestantes, que estavam do lado de fora da sala, batiam na porta tentando entrar. Após mais de 30 minutos, um policial do 5º BPM (Praça Harmonia) intermediu a entrada de quatro representantes do grupo para conversar com os vereadores. 

 

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Chiquinho Brazão (PMDB), eleito presidente da comissão, disse que não vai renunciar. “Não pretendo abrir mão da nomeação para presidir a CPI. Esse grupo que está na Câmara não representa a população, mas sim pessoas do PSOL”, afirmou. A tropa de choque da PM foi chamada para o local.

 

 

 

De acordo com o vereador Jorge Felippe, presidente da Câmara, as audiências da CPI dos Ônibus continuarão sendo abertas ao público e deverão ser realizadas no Plenário, que comporta até 300 pessoas. Segundo ele, a sessão desta sexta foi realizada no Salão Nobre porque manifestantes que deixaram a casa na madrugada defecaram no Plenário e não houve tempo para que a limpeza fosse feita.

 

 

O vereador Professor Uoston (PMDB) foi eleito relator da comissão. A nomeação de Chiquinho e Uoston causou revolta dos cerca de 50 pessoas que ocupavam o Salão Nobre e assistiam a sessão. Manifestantes que estavam do lado de fora da Câmera acessaram o local e invadiram o gabinete de Brazão, que foi pichado e depredado. Foram colocados cartazes com os dizeres “Fora Cabral” e “Nem todo mundo tem helicóptero”. Por volta das 10h30, Câmara fechou as portas.

 

Redação com fontes

 

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