Esquadrão Antibomba amplia atuação em nova estrutura

Unidade investe em equipamentos após a instalação na Cidade da Polícia
 

Esquadrao-antibombaA mudança para a nova sede na Cidade da Polícia é comemorada pelo Esquadrão Antibomba, que agora ganhou estrutura para o armazenamento de equipamentos, artefatos recolhidos nas ações, além de alojamento de policiais. A nova casa, localizada no complexo investigativo do Jacarezinho, tem permitido que a equipe execute de maneira mais adequada o trabalho de rastreamento de explosivos.

 

O núcleo ganhou três depósitos internos, sala de manutenção e instrução, sala técnica de verificação e banheiro, além de um contêiner israelense de alta tecnologia usado para armazenar explosivos, principalmente os compostos por pólvora. O reservatório para bombas de alto potencial é capaz de suportar uma explosão de até 10 quilos de TNT, quantidade que poderia destruir um prédio de aproximadamente cinco andares.

 

Unidade adquiriu novos trajes

 

Os investimentos para otimizar o trabalho da unidade especializada têm crescido. Para a Copa das Confederações, por exemplo, o esquadrão adquiriu quatro novas roupas antifragmentos, duas máquinas de Raios-X para identificar pacotes e objetos suspeitos, além de dois robôs de última geração, cujos movimentos minuciosos são comandados à distância, através de um computador.

 

Também foram comprados dois aparelhos de detecção de traços explosivos (GDAs), dois kits de cordas e ganchos, além de um canhão desruptor, acessório utilizado para neutralizar o mecanismo de acionamento de bombas, entre outros equipamentos.

 

Vinculado à Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), o esquadrão foi uma das primeiras unidades operacionais instaladas na Cidade da Polícia, inaugurada em 29 de setembro.

 

Mudança estratégica

 

Com a agenda repleta de eventos esportivos, incluindo competições internacionais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, a transferência da unidade é considerada fundamental pelo chefe do esquadrão, Cassiano Martins.

 

“Nossa mudança é estratégica porque não tínhamos um lugar adequado para os novos equipamentos. Aqui, temos toda a estrutura necessária para o armazenamento e manutenção deles. Foi um ganho enorme para os nossos homens”, disse o inspetor.

 

Faltam apenas seis unidades para que a Polícia Civil ocupe de forma definitiva o empreendimento. O novo complexo policial, que contou com investimentos de R$ 170 milhões, vai permitir que a corporação do Estado do Rio chegue ao topo da lista das mais bem estruturadas do país.

 

Governo do Rio

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