Consórcios se organizam para a disputa pela concessão de Galeão e de Confins

Cinco grupos disputam o aeroporto internacional do Rio
 

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A privatização do aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro, e Confins, em Belo Horizonte terá cinco consórcios na disputa. Grandes grupos nacionais se associaram a empresas que operam terminais de grande movimento como Heathrow, em Londres, e Munique, na Alemanha.

 
 

O conselheiro da Anac Claudio Magnavita considerou que as concessões à iniciativa privada são indispensáveis para superação de gargalos de infraestrutura no país. Em entrevista ao repórter JOVEM PAN Daniel Lian, Magnavita pediu controle de tarifas e preços nos aeroportos, para evitar situações de abuso.

 
 

Presidente do Forum Brasileiro para o Desenvolvimento da Aviação Civil, Décio Correa, aplaudoiu o leilão de sexta-feira e ressalva que não falta dinheiro para eles. Mas Correa entende que é urgente um projeto governamental para a interligação de até 700 aeroportos regionais à grande malha aérea do Brasil. 

 
 
 

Vão disputar Galeão e Confins, a Odebrecht com a Changi, de Cingapura; a CCR com a suiça Flughafen; e a Queiroz Galvão com a espanhola Ferrovial.  A Carioca Engenharia com a francesa ADP e a holandesa Schipol; e a Ecorodovias e Invepar (Brasil)/Fraport (Alemanha) disputam só o Galeão.

 

 

JOVEM PAN

 

 

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