Programa de Transplantes bate recorde de doações

Em novembro, o PET alcançou a histórica marca de 27 doadores em um único mês. No total, foram captados 68 órgãos
 

transplanteO Programa Estadual de Transplantes (PET) bateu um novo recorde. Em novembro, o programa, criado pela Secretaria de Saúde em 2010, alcançou a histórica marca de 27 doadores em um único mês. No total, foram captados 68 órgãos: 48 rins, 17 fígados e três corações. Também houve captação de córneas e tecidos músculo esqueléticos. Com isto, sobem para 210 as doações neste ano, um aumento de mais de 75% em relação ao total de 2008, quando houve apenas 48 captações em todo o ano.

 

 

“É um número marcante para o PET e, principalmente, para os nossos pacientes que aguardam por um transplante. Em todo o mundo, a maioria dos transplantes é realizada com órgãos obtidos a partir de doadores falecidos. Este número é importante, pois alimenta a esperança dos que aguardam ansiosamente pela chance de receber um órgão e ter uma nova vida, realidade que tem sido cada vez mais frequente”,  afirmou o coordenador do programa, Rodrigo Sarlo.

 

 

Organizações de Procura de Órgãos

O PET prepara mais uma ação para incrementar o número de doações: as Organizações de Procura de Órgãos (OPOs) do Estado do Rio. As organizações são organismos de coordenação supra-hospitalar, responsáveis por organizar e apoiar as atividades relacionadas ao processo de doação de órgãos e tecidos. Elas vão descentralizando o processo de doação de órgãos e tecidos, fazendo uma cobertura regional pré-estabelecida.

 

 

“Quando o PET foi criado, em 2010, a Central de Transplantes foi reestruturada e um plano estratégico foi lançado para aumentar o número de doadores, o que impactou diretamente no número de transplantes. Agora, o programa busca crescer e descentralizar o processo, atuando em regiões mais distantes do estado. Queremos nos tornar a referência em doação de órgãos e tecidos no Brasil”,  disse Sarlo.

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