Região Metropolitana tem menor taxa de desemprego em 11 anos

Índice de desocupação medido pelo IBGE em novembro de 2013 ficou em 3,8%
 

A Região Metropolitana do Rio registrou, em novembro, a menor taxa histórica de desocupação medida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística): 3,8%, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada ontem. O índice de novembro de 2012 foi de 4,1%, igual ao de outubro de 2013. Em novembro de 2002, início da série histórica, o Rio havia registrado uma taxa de desemprego de 9,5%. A pesquisa considera empregos formais e informais.

 

 

O índice de novembro de 2013 ficou abaixo da média nacional (4,6%) e foi o segundo menor entre as seis capitais pesquisadas: Rio, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife e Salvador.

 

 

“O avanço na geração de novos empregos na Região Metropolitana do Rio é uma clara expressão da política de desenvolvimento econômico adotada neste Governo, e que tende a continuar se expandindo, fruto dos empreendimentos que estão sendo construídos naquela região” explicou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno.

 

 

Além da boa notícia em relação ao desemprego, a pesquisa também apontou que em 12 meses, o rendimento médio real dos trabalhadores da indústria (R$ 2.513,10) na Região Metropolitana do Rio aumentou 16,1%, estando inclusive acima de São Paulo (R$ 2.199,40). O rendimento médio real industrial na região é o maior do país.

 

 

Considerando todos os setores pesquisados, o rendimento médio real do Rio registrou ótimo desempenho em novembro, totalizando R$ 2.120,10, com alta de 4,1% ante outubro e de 6,1% ante novembro de 2012. Deste modo, em novembro o rendimento médio real na Região Metropolitana do Rio também foi o maior do país, superando o de São Paulo (R$ 2.093,40).

 

 

Todas as formas de ocupação e grupos de atividade tiveram expansão do rendimento médio real, em relação a outubro. Os destaques foram observados na indústria e nos serviços domésticos, nos quais a expansão foi de 16,1% e de 9,9%, respectivamente.

 

 

“Temos hoje uma frente de investimentos de R$ 211 bilhões, que ajuda a impulsionar a economia fluminense. Os destaques são o Comperj, o Arco Metropolitano, o Porto Maravilha, a Construção Civil, o Polo Automotivo do Sul Fluminense, bem como as indústrias naval e de petróleo e gás, que mantêm em alta a oferta de empregos” afirmou o secretário de Trabalho e Renda, Sergio Romay.

 

 

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