UPPs iniciam colônia de férias em cinco comunidades

Cerca de 500 jovens irão participar de atividades durante um mês
 

O período de recesso escolar será mais divertido para as 500 crianças, com idades entre 4 e 13 anos, de cinco comunidades pacificadas do Rio. Em parceria com as Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) locais, a partir deste sábado (04/01), os jovens do Chapéu Mangueira, da Babilônia, Tabajaras, Pavão-Pavãozinho, Cantagalo,Santa Marta e do Educandário Romão Duarte, na Zona Sul, participarão de uma colônia de férias, com passeios e atividades ao ar livre, até o dia 02/02.

 

UPPs iniciam colônia de férias em cinco comunidades

Organizado pelos moradores do Chapéu Mangueira, o projeto, que está comemorando 15 anos, também conta com o apoio da Marinha, instituição responsável por agendar visitas às Organizações Militares (OM). São previstos ainda passeios para o Piscinão de Ramos e para as Vilas Olímpicas da cidade.

 

O coordenador geral e fundador da colônia de férias, Ivan de Jesus Costa, ressalta a importância da iniciativa para as comunidades. De acordo com o coordenador, a parceria com as UPPs ajuda a viabilizar as atividades.

 

– O apoio da polícia é fundamental para que possamos desenvolver nosso trabalho com mais segurança. A colônia faz com que as crianças não fiquem ociosas durante as férias. A maioria dos pais trabalha e não tem condições de oferecer atividades de lazer aos filhos. Queremos que eles tenham boas historias para contar quando voltarem às aulas – disse Ivan, enfatizando que as atividades ocorrem até a véspera do início do ano letivo.

 

Participando da colônia pelo terceiro ano consecutivo, o morador da comunidade Pavão- Pavãozinho, Vinícius Santiago, de 9 anos, destaca sua atividade favorita.

 

– Gosto muito de nadar nas piscinas das Vilas Olímpicas. É uma oportunidade de reunir meus amigos também – disse Vinícius.

 

Morador da comunidade Chapéu Mangueira, Deivison Fernandes, de 6 anos, elege sua atração predileta.

 

– Quero muito conhecer o piscinão de Ramos. Sem a colônia de férias, eu só teria as ruas para brincar – afirmou Deivison.

 

 

Governo do Rio

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