Márcio Mattana e Ana Cláudia Decker apresentam show “O Passado é um fósforo queimado” na Casa de Cultura Laura Alvim

Apresentação faz parte do projeto Stand up Drama da Cia. Portátil, de Curitiba
 

O público poderá conferir a performance dos músicos e compositores Márcio Mattana e Ana Cláudia Decker no show “O passado é um fósforo queimado” nos próximos dias 7, 8 e 9 de fevereiro, às 18h, na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. 

 

 

O espetáculo é centrado em canções populares de Márcio Mattana e outros compositores Curitibanos contemporâneos, entre eles Troy Rossilho, Octavio Camargo, Adriano Petermann, Ana Cláudia Decker, Thadeu Wojciechowski e Luiz Felipe Leprevost. No programa, sambas, emboladas, blues, valsas e toadas, entremeados por prosa e poesia dos mesmos autores. Sobe o palco, a cantora Ana Cláudia Decker (voz e percussão) e o compositor Márcio Mattana (voz, violão) juntam-se a eles algumas participações especiais, como, por exemplo, Guilherme Winter e Adriano Petermann cantando uma canção inédita composta pelos dois, já confirmados.

 

 

SERVIÇO:

SHOW: “O Passado é um Fósforo Queimado”

Data: 7, 8 e 9 de fevereiro às 18h

Valor: R$ 30,00 (inteira)

Classificação: 14 anos.

Duração: 90 min.

Local: Casa de Cultura Laura Alvim – Espaço Rogério Cardoso. Avenida Vieira Souto, 176 – Ipanema.

 

 

SOBRE A CIA. PORTÁTIL

Desde a fundação do grupo, em 2000, o elenco da Cia. Portátil vem apostando em ser co-autor de sua própria dramaturgia. A vontade de falar sobre temas da atualidade e de construir uma linguagem de teatro popular para os tempos de hoje são os principais motivos desta escolha, que já gerou trabalhos de sucesso.

 

 

Em dezembro de 2000 estreamos o espetáculo “As Fabulosas” com texto e direção de Rafael Camargo, no Mini-Guaíra. Com grande sucesso de público e críticas, nos tornamos a sensação doFringe na edição 2001 do Festival de Teatro de Curitiba. Sendo assim, fomos convidados, em 2002, a integrar a Mostra Contemporânea do Festival de Teatro de Curitiba daquele ano, com o espetáculo “Lingüiça no Campo” texto coletivo improvisado pelo grupo e direção de Rafael Camargo. Logo depois em 2003/2004, administramos durante 18 meses a Residência Cultural no bairro do Rebouças denominada “Multiprocessador” onde desenvolvíamos pesquisa, diversão e arte para toda a comunidade curitibana, mas principalmente as comunidades mais próximas como o próprio bairro do Rebouças e Vila Pinto. Oferecendo oficinas de arte, filmes, livros, teatro, música e muita celebração. O Resultado de tudo isso se transformou em um espetáculo. Surgiu então, “Preta-Porquê”  texto coletivo improvisado pelo grupo e direção de Rafael Camargo, entrando  para o repertório daCompanhia. Ocupamos também em 2003, o Teatro Cleon Jaques com “Lingüiça no Campo” e “As Fabulosas” e mais dois monólogos dirigidos por Rafael Camargo, “A Anta de Copacabana” e “As Sete Cartas de Sofia”. Permanecendo quase três meses em temporada, oferecendo teatro com o repertório de uma Companhia quase que diariamente a preços populares. Levamos  também “As Fabulosas” para São Paulo, Festivais do Sul do País e junto com “Preta-Porquê” em 2004 para a cidade do Rio de Janeiro. Em 2004 ainda participamos do evento de Leituras Dramáticas do Teatro Guaíra “Amigos dos amigos” com a leitura do texto “Elizaveta Ban do dramaturgo russo Danil Charms e direção de Márcio Mattana. Em 2005 participamos, na cidade do Rio de Janeiro, doMercadão Cultural realizado no Teatro Carlos Gomes com o esquete cômico “Café Andaluz” deAlejandro Calderer. Em 2010 realizamos uma espécie de junção da Velha Guarda e demos início aoColetivo Portátil do Theatro de Alumínio, com o espetáculo Amoradores de Rua (2010). Depois fizemos com o Coletivo Portátil,  End e Uma entre Mil Histórias de Amor (2011), O Buraco da Fechadura (2012) E agora Rafael Camargo e o Coletivo Portátil do Theatro de Alumínio está em cartaz em Curitiba no Teatro Novelas Curitibanas com Cronópios da Cosmopista – um antimusical psicodélico. Em 2013 A Cia. Portátil também realizou em Curitiba o espetáculoZequinha Pop com a primeira direção profissional de Andréa Obrecht.

 

 

 

Assessoria de Comunicação: Minas de Ideias Comunicação Integrada

 

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