Prefeitura do Rio reinaugura Centro Cultural de Jacarepaguá

Além do palco, o Centro Cultural Municipal Dyla Sylvia de Sá ganhou ar-condicionado, rampa de acessibilidade e novo piso e para receber público e artistas com mais conforto
 
 

 

Na tarde de sábado, dia 16 de abril, a Prefeitura do Rio reinaugurou,  o Centro Cultural Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá, na Praça Seca, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, com apresentação de artistas locais e da bateria da Portela. Em funcionamento numa antiga capela, o Dyla ganhou um palco com cortina e coxia, que vai permitir que peças teatrais possam se apresentar na Praça Seca.  O secretário municipal de Cultura, Marcelo Calero, enfatizou a importância da abertura de um novo palco para as artes cênicas:  “Mais um teatro nasce na cidade e fortalece a cultura da Zona Oeste”.   

 

 

O Centro Cultural Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá é um dos três equipamentos culturais da Zona Oeste contemplados pelo programa Recultura, que está requalificando teatros, lonas e centros culturais da Prefeitura do Rio em toda a cidade. Além do Cultural Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá, a Areninha Carioca Hermeto Pascoal, em Bangu, também foi reaberta após grande reforma. Ainda em maio, a Areninha Carioca Gilberto Gil, em Realengo, será devolvida ao público.  “O Dyla mudou para a melhor, ficou mais confortável tanto para os artistas quanto para os funcionários. Adorei! Fiquei muito satisfeita e emocionada pelo convite para participar desta festa” – disse Tia Surica, que cantou “Coração em desalinho” para a alegria do público.

 

 

Pela manhã, as crianças de Jacarepaguá participaram de oficinas de contação de histórias e brincadeiras com o músico e educador Marcelo Serralva. Completando 15 anos em 2016, as cantoras Deise Vieira e Dilma Gomes, do Leros, Leros e Boleros, também marcou presença na festa do Dyla. Fundadora do projeto, Deise comemorou as mudanças estruturais realizadas no centro cultural e enfatizou a importância das obras de acessibilidade:   “Estamos debutando em 2016 e acho que a nova estrutura do Dyla vai atrair ainda mais público para as oficinas e para os Leros, Leros e Boleros. E agora com o acesso da rampa e os banheiros para portadores de necessidades especiais melhorou 100%. Esse é o meu presente de 15 anos”.

 

 

O Dyla funciona desde 1998, quando a antiga capela de São Tomaz de Aquino, construída em 1941, foi dessacralizada e incorporada à rede de equipamentos culturais da Prefeitura do Rio. O nome é uma homenagem à professora Dyla Sylvia de Sá, que promoveu e incentivou a importância do livro na vida do cidadão.

 

 

 

 

 

 

 

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