Rio de Janeiro amplia atendimento para grupo vulnerável

Aplicativo criado pela polícia facilita procedimentos
 

A Subsecretaria de Educação, Valorização e Prevenção vai treinar, amanhã, a primeira turma para o uso de aplicativo especial de atendimento voltado para às vítimas de crimes associados aos grupos vulneráveis, criança e adolescente; mulheres; LGBT; idosos e vítimas de intolerância religiosa e discriminação racial. O objetivo é ampliar, facilitar e padronizar o atendimento.

Os profissionais terão o primeiro contato com a ferramenta amanhã e, na segunda etapa da capacitação, poderão detalhar dúvidas. O aplicativo traz um passo a passo criado pelos policiais militares, civis e guardas municipais com orientações para o atendimento qualificado.

Com a ferramenta, o agente poderá acessar os procedimentos de abordagem aos grupos vulneráveis (tanto vítimas quanto autores). A ferramenta estará disponível após as etapas de capacitação.

– O aplicativo é um protocolo de atuação criado em uma ação integrada de todos os órgãos de segurança, que incluiu polícias Civil, Militar e Guarda Municipal, além de representantes da sociedade civil e do Estado nas áreas de interesse. Isso mostra que não só que as polícias e as guardas estão em busca de qualificação de seus protocolos, como também estão conferindo transparência à atuação do operador de segurança nas suas ações em campo – disse a subsecretária de Educação, Valorização e Prevenção da Secretaria de Segurança, Helena de Rezende.

Treinamento

O conteúdo estará disponível para consulta da sociedade no site do Instituto de Segurança Pública (ISP), com orientações sobre quais órgãos públicos oferecem ajuda, ou onde o cidadão deve ir e como deve proceder em caso de necessidade de atendimento.

Para a elaboração do aplicativo foram necessários três meses e a integração de cinco grupos de trabalho. Inicialmente, receberão o treinamento duas RISPs (Região Integrada de Segurança Pública) na capital e outras cinco no interior.  

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