Secretária de Educação concorre a prêmio

Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos
 

As Secretarias de Educação estaduais e municipais de todo o Brasil podem concorrer ao Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos, que tem o intuito de motivar a consolidação de práticas institucionais voltadas à Educação em Direitos Humanos.

A categoria Secretarias de Educação na Construção da Educação em Direitos Humanos abrange estratégias variadas para a inclusão da Educação em Direitos Humanos nos currículos da educação básica, contemplando a incorporação da Educação em Direitos Humanos nos documentos normativos, como Planos Estaduais e Municipais de Educação, orientações, resoluções, referenciais curriculares e outras iniciativas.

As inscrições são gratuitas e vão até o dia 2 de julho. O primeiro colocado da categoria recebe um prêmio no valor de R$ 15 mil e o segundo, R$ 5 mil.
Mais informações sobre o prêmio e o regulamento para participação no site: www.educacaoemdireitoshumanos.org.br.

Sobre o Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos – É uma iniciativa da Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, com o patrocínio e a execução da Fundação SM.

O prêmio constitui um importante mecanismo para fortalecer as práticas educacionais brasileiras que promovam ações e instrumentos em favor da construção de uma cultura universal dos Direitos Humanos. Ele foi concebido como bienal para permitir, entre uma edição e outra, a troca de experiências e a reflexão sobre os projetos premiados, contribuindo para a consolidação de uma sociedade que afirme valores como a liberdade, a justiça, a igualdade, a solidariedade, a tolerância e a paz.
 

“A alternativa para evitar este transtorno seria a coleta mecanizada, sem a realização da queima da palha. Existe uma legislação de que a queimada seja totalmente proibida nas áreas de coleta mecanizável, mas somente a partir de 2021. Nas áreas não mecanizáveis, a queima controlada poderá se estender ainda por mais tempo. É claro que a lei poderá ser mudada, de acordo com a existência de evidências de prejuízo à saúde, e também por pressão da população”.

Fonte: Secr. Educação

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