Universitários venezuelanos encerram greve de fome

Universitários venezuelanos encerram greve de fome
 
Estudantes de dez estados da Venezuela encerram uma greve de fome que  durava 23 dias. Os universitários acamparam em frente à sede da Organização dos Estados Americanos (OEA) e de várias embaixadas, inclusive a do Brasil. 
Eles reivindicavam a libertação de presos políticos. Segundo o líder do grupo, Lorent Saleh, o governo do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, comprometeu-se a libertar sete presos políticos.
Saleh afirmou que os manifestantes chegaram a um acordo com o ministro do Interior e Justiça da Venezuela, Tarek El Aissami, para a concessão de liberdade a sete presos políticos – Sílvio Mérida Ortiz, Felipe Rodríguez, Otto Gebauer, Arube Pérez, Marco Hurtado, Biagio Pilieri e Freddy Curupe.
O líder do movimento informou, porém, que os manifestantes permanecerão em vigília nacional. Na quinta-feira (24/3) está programada uma reunião dos estudantes com integrantes do governo, advogados e parentes dos presos políticos.
Na sexta-feira (25/3), há a previsão de que os parentes dos presos façam uma visita à penitenciária de La Planta. Os presos já julgados vão ser transferidos para instalações mais apropriadas, de acordo com Saleh.
Segundo o líder dos manifestantes, o governo Chávez se comprometeu a prestar cuidados médicos a outros presos políticos que apresentam problemas de saúde. Os estudantes apelaram ainda à OEA para que insista com Chávez em obter autorização para que uma comissão de especialistas visite a Venezuela e verifique a situação dos direitos humanos no país.
 

Fonte: Agência Brasil

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