UPPs são vistos como exemplos

Unidades de Polícia Pacificadora
 

Em visita às comunidades do Borel e Santa Marta, na manhã de quarta-feira (23/02), a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki, anunciou que as unidades de Polícia Pacificadora do Rio, que beneficiam cerca de um milhão de pessoas, servirão de exemplo para todo o Brasil. Acompanhada do diretor do Departamento de Políticas, Programas e Projetos, Alberto Koppitke, do secretário estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves, e do subsecretário estadual de Direitos Humanos e Territórios, Antônio Carlos Biscaia, a secretária conheceu o trabalho realizado nos territórios pacificados.

Modelo para pacto nacional pela Segurança

– Nós queremos fazer do Rio um símbolo para todo o país. A presidente Dilma Rousseff tem em mente assinar um pacto com os governadores dos 27 estados para a segurança nacional e, sem dúvida nenhuma, o que está acontecendo no Rio servirá de exemplo para o país todo – disse Regina Miki.

De acordo com o secretário estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves, a política de retomada dos territórios e de pacificação é sem volta.

– Estamos fazendo um balanço do que já foi feito nos últimos dois anos. Agora, vamos planejar os próximos quatro anos e também preparar a agenda do ministro da Justiça (José Eduardo Cardozo) com o governador Sérgio Cabral para o início de março, quando eles vão conversar sobre a experiência do Rio – completou.

Regina Miki anunciou, ainda, que será celebrado um acordo entre o Estado e o governo federal para o desenvolvimento de projetos sociais e de cidadania nas comunidades pacificadas. Além dos projetos do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) já conhecidos, como Mulheres da Paz e Protejo, será implantado também nas áreas pacificadas o Casa de Direitos.

Substituição da tropa no Alemão e na Penha

Militares do Comando Militar do Sudeste (CMSE), sediado em São Paulo, vão substituir os homens da 9ª Brigada de Infantaria Motorizada na Força de Pacificação dos complexos da Penha e do Alemão. A previsão é que os 1.600 militares comecem a atuar em julho, quando acontece a quinta edição dos Jogos Mundiais Militares no Rio. As unidades do CMSE já estão intensificando suas instruções para o cumprimento da missão e os trabalhos desenvolvidos na área de operação não sofrerão alterações. 
 

Fonte: Secretaria de Assitência Social

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