Início Plantão Brasil AACD agora vai licenciar sua marca

AACD agora vai licenciar sua marca

A Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) está licenciando suas marcas AACD, Teleton, Nina e Tonzinho para empresas interessadas em aliar o nome a uma das organizações mais reconhecidas no terceiro setor, especialmente no tratamento e reabilitação de pessoas com deficiência física.

 

 

“Licenciamento de marcas é uma das formas de captação de recursos mais eficientes e modernas do mercado. Além de trazer recursos para a entidade, beneficiando e mantendo a reconhecida qualidade no atendimento aos nossos pacientes, trata-se de uma ferramenta que amplia a visibilidade da instituição em todo o País”, analisa João Octaviano Machado Neto, superintendente Geral – CEO da AACD.

 

 

Na avaliação de Ângelo Franzão, superintendente de Marketing e Captação de Recursos da AACD, licenciar as marcas da entidade é também um grande negócio ao parceiro comercial. “Acreditamos muito neste projeto de captação, pois há segurança ao licenciado no sucesso da operação. A marca AACD hoje representa muito os valores exigidos no mercado, é sinônimo de qualidade, credibilidade e responsabilidade social”, diz.

 

 

Sérgio D’antino, sócio-diretor da Eagle, agência parceira da AACD no desenvolvimento deste projeto, assinala que, “como a AACD recebe doações em nível nacional, os produtos a serem licenciados também devem chegar a todo o Brasil e a todas as camadas sociais”. “Os setores de maior interesse são as redes de papelarias, brindes, brinquedos, confecção e produtos ortopédicos. Até no segmento cultural observamos oportunidades para licenciar produtos”, conta.

 

 

D’antino lembra que todos os produtos da AACD terão selo holográfico para evitar falsificações e pirataria.

 

 

A nova estratégia de captação de recursos da AACD está em sintonia com a própria evolução da economia brasileira. Em 2011, o mercado de produtos licenciados no Brasil rendeu mais de R$ 4 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Licenciamento (Abral). Na última década, este mercado praticamente dobrou no País, mas ainda está longe de chegar ao faturamento de nações como Estados Unidos, que lucrou mais de US$ 100 bilhões em 2010.

 

Ainda de acordo com a Abral, algumas empresas não conhecem as vantagens financeiras deste tipo de ação. Dados da associação indicam que vendas de produtos licenciados podem aumentar receita em até 30%.

 

Fonte: Assessoria