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Despesas pessoais pesam mais no bolso do consumidor

 

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, atingiu 0,37%, na terceira prévia de abril, o que representa um aumento de 0,13 ponto percentual sobre a taxa da apuração anterior (0,24%). É a segunda consecutiva.

 

 

Desta vez, o que mais influenciou o aumento foi o grupo de despesas pessoais, cujo índice passou de 0,5% para 1,32%, com destaque para os cigarros e as bebidas.

 

A segunda maior contribuição para a elevação inflacionária foi constatada em alimentação, embora a taxa desse grupo tenha apresentado um leve decréscimo (de 0,43% ante 0,44%). Entre os itens em alta estão o feijão, os derivados do leite (queijos, iogurte, leite em pó e leite condensado) e os pescados.

 

A entrada nas lojas da nova coleção de outono e inverno influenciou a elevação da taxa de vestuário (de 0,61% para 0,96%). Entre os itens que ficaram mais caros estão as roupas femininas.

 

Mais dois grupos tiveram aumentos: saúde (de 0,51% para 0,54%), puxado pelos planos de assistência médica e remédios, e transportes (de 0,11% para 0,15%). Neste caso, a taxa reflete, principalmente, a correção de preços do seguro de veículo e de estacionamentos.

 

Já em educação, houve decréscimo, com variação de 0,02% ante 0,04%. Em habitação, a taxa permaneceu em -0,03%.

 

Fonte: Agência Brasil