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Dilma entrega moradias do Minha Casa, Minha Vida na zona oeste do Rio

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Presidente Dilma, o governador Pezão, e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, entregaram nesta terça, dia 12 de maio, 1.484 unidades do Programa Minha Casa, Minha Vida a cerca de 6 mil pessoas na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Os apartamentos ficam no bairro de Cosmos, a cerca de 60 quilômetros do centro do Rio.

 

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Ao discursar, a presidente parabenizou as famílias pela aquisição da casa própria e afirmou que o objetivo do governo ao investir no programa é assegurar o bem-estar da população beneficiada. “Esse país só vai ser grande quando o seu povo for grande e só vai ter futuro se cada uma das famílias brasileiras tiver um futuro. Esse futuro começa com essa imensa esperança que a gente encontra quando consegue a casa própria”, disse Dilma.

 

 

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Os imóveis são destinados a famílias com renda até R$ 1,6 mil. Os moradores receberam hoje as chaves e vão pagar mensalmente 5% de sua renda pelos apartamentos à Caixa Econômica Federal. A presidente do banco, Miriam Belchior, e o ministro das cidades, Gilberto Kassab, também compareceram à cerimônia de entrega.

 

 

 

 

As unidades habitacionais ficam em três conjuntos: os residenciais Recanto do Paçuaré I e II somam 999 apartamentos e o Residencial Vivenda das Gaivotas tem 485. O investimento para a construção dos dois condomínios foi, em média, R$ 88 milhões.

 

 

 

 

 

 

A telefonista Meire Barbosa, de 41 anos, conta que espera pelo imóvel há nove anos e vai mudar de bairro para morar no apartamento: “Vai ficar mais longe, mas pelo menos vai ser próprio”. Antes, ela morava em Anchieta, na zona norte, e ia para o trabalho, na Fundação Oswaldo Cruz, de ônibus. Agora, passará a usar o trem: “Quando todo mundo estiver morando aqui, vai ter mais transporte para a estação”.

 

 

O prefeito Eduardo Paes destacou que o bairro de Cosmos faz parte de uma região da cidade em expansão, inclusive por ter recebido muitas unidades do programa. “Muito do Minha Casa, Minha Vida veio para cá porque o terreo era mais barato”. Para incentivar o programa em partes centrais da cidade e na zona norte, a prefeitura tem cancelado dívidas do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) de imóveis particulares transformados em moradias.

 

 

 

Paes disse que a cidade do Rio tinha um déficit habitacional de 300 mil moradias no início do Minha Casa, Minha Vida e, atualmente, um terço desse total já foi contemplado pelo programa. Na mesma linha, o governador Pezão lembrou a falta de políticas para o setor no passado. “O estado do Rio pagou um preço muito grande pela falta de política habitacional”, destacou, acrescentando que, por isso, as pessoas sem moradia ocuparam áreas de risco e irregulares.

 

 

FOTOS DE RICARDO CASSIANO/PCRJ