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Estado prepara distrito logístico e política fiscal para setor de turbinas

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico está preparando a consolidação do setor de turbinas no território fluminense – onde já funcionam empresas como a Rolls Royce, a Turbomeca e a GE/Celma, entre outras. Em crescimento devido às necessidades da área de Óleo e Gás, o segmento tem, em nível nacional, o maior volume de demandas, destinada a Macaé, no Norte Fluminense. A principal ação da secretaria para incrementar o setor é a criação de um distrito logístico em Cabo Frio, além da elaboração de uma política fiscal para atrair empresas para o espaço.

 

 

Um dos principais objetivos é eliminar gargalos, reduzindo prazos e custos do transporte de peças e equipamentos do setor, tanto na importação quanto na exportação e transporte interestadual. Apesar da maior parte da demanda por turbinas voltadas para o setor estar concentrada em Macaé, os componentes desta cadeia produtiva têm sido desembarcados em Campinas (SP) e transportados em caminhões pela Via Dutra até as empresas instaladas em território fluminense.

 

 

Entre as empresas previstas para se instalar no distrito logístico está a Libra, operadora do aeroporto, que tem o projeto criar voos cargueiros diretos internacionais para atender o setor. Uma política fiscal também será destinada às empresas que se fixarem em Cabo Frio.

 

 

“O objetivo é estabelecer um regime fiscal para que as importações de peças destinadas à fabricação de turbinas aconteçam pelo Rio. Isso vai aumentar a movimentação financeira no estado”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno.

 

 

Para o presidente da GE Celma, Julio Talon, a criação de um polo atrairá mais fornecedores para a empresa de revisão de turbinas aeronáuticas, o que diminuirá o custo de manutenção de seus produtos.

 

Para atender às novas demandas, a GE Celma vai expandir de 350 para 500 a capacidade de revisões anuais até 2020.

 

 

Instalada em Santa Cruz, na Zona Oeste, a Rolls-Royce será responsável pela montagem e teste das turbinas industriais a gás RB211, com investimento de R$ 200 milhões. A Turbomeca, uma das maiores fabricantes de turbinas de helicópteros do mundo, está entre as empresas interessadas no polo.

 

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